RI HAPPY

Mar­ca é bem ci­ta­da en­tre pau­lis­ta­nos de 16 a 25 anos (52%) e en­tre os quem ga­nham de 10 a 20 sa­lá­ri­os mí­ni­mos (45%)

Folha De S.Paulo - Saopaulo - - Índice #337 - por Ra­fa­el Gre­go­rio

Vi­si­tar uma lo­ja de brin­que­dos é uma ex­pe­ri­ên­cia e tan­to: uma pro­fu­são de chei­ros e co­res que des­per­ta a cu­ri­o­si­da­de, e dá-lhe vas­cu­lhar es­tan­tes, do chão ao te­to, ain­da que só para brin­car de brin­car.

É nes­sa lú­di­ca e afe­ti­va me­mó­ria de pe­que­nos e mar­man­jos que a Ri Happy fa­la mais al­to do que qu­al­quer ou­tra lo­ja em seu seg­men­to, se­gun­do pes­qui­sa Da­ta­fo­lha.

A bus­ca por vín­cu­los com to­da a fa­mí­lia e a as­so­ci­a­ção en­tre a brin­ca­dei­ra e o de­sen­vol- vi­men­to in­fan­til ex­pli­cam a boa lem­bran­ça, na ava­li­a­ção de Flá­via Drummond, di­re­to­ra de mar­ke­ting da em­pre­sa.

A exe­cu­ti­va res­sal­ta ou­tra pre­o­cu­pa­ção: ven­de­do­res de­vem sa­ber in­di­car on­de es­tão e ex­pli­car so­bre ca­da um dos 7.000 pro­du­tos no ca­tá­lo­go dis­po­ní­vel.

Du­as no­vi­da­des ilus­tram o es­pí­ri­to da re­de. Uma são as brin­ca­dei­ras te­má­ti­cas nas lo­jas, aos sá­ba­dos, às 15h —o “happy sábado”.

Ou­tra, as lo­jas con­cei­to. Uma de­las fi­ca no shop­ping Ci­da­de São Pau­lo, na ave­ni­da Pau­lis­ta, e ho­me­na­geia pon­tos tu­rís­ti­cos da me­tró­po­le, co­mo a Es­ta­ção da Luz.

Pau­lis­ta­na, aliás, foi a pri­mei­ra uni­da­de da re­de, inau­gu­ra­da em 1988, no Jar­dim Pau­lis­ta.

Ho­je, há 175 em to­do o país e ne­las são aten­di­dos 141 mil cli­en­tes por dia.

No ano pas­sa­do, o fa­tu­ra­men­to che­gou a mais de R$ 1,2 bi­lhão.

Mas que nú­me­ros e gra­ce­jos não en­ga­nem: é um ne­gó­cio e tan­to ex­plo­rar a re­la­ção nem sem­pre har­mo­ni­o­sa en­tre ima­gi­na­ção de cri­an­ças e bol­so de pais e mães.

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