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Folha De S.Paulo - - Poder -

Pal­mas (agos­to) Na­tal (agos­to) For­ta­le­za (agos­to) Vi­la Ve­lha (se­tem­bro) Cam­pi­na Gran­de (se­tem­bro) Be­lém pa­ra o Cí­rio de Na­za­ré (ou­tu­bro) es­tá em fa­se de aque­ci­men­to, di­zem po­lí­ti­cos com trân­si­to com am­bos.

Go­ver­na­dor e pre­fei­to fa­zem uma dan­ça de apro­xi­ma­ção de par­ti­dos.

Na se­ma­na pas­sa­da, Alck­min jan­tou com a cú­pu­la do PP em Brasília.

Dois di­as de­pois, Do­ria re­ce­beu o deputado fe­de­ral Gui­lher­me Mus­si, pre­si­den­te es­ta­du­al da si­gla, pa­ra al­mo­çar na pre­fei­tu­ra.

Se­gun­do a Fo­lha apu­rou, os en­con­tros trans­pa­re­ce­ram a in­ten­ção de am­bos de não dei­xar a re­la­ção es­fri­ar.

Na sex­ta (11), Alck­min foi mais di­re­to qu­an­to a seus pro­je­tos. Em uma pa­les­tra em Porto Ale­gre ele apos­tou que “2018 se­rá a elei­ção da ex­pe­ri­ên­cia” e re­la­ti­vi­zou o “no­vo”. À noi­te, foi re­ce­bi­do em jan­tar pe­lo go­ver­na­dor do Rio Gran­de do Sul, Ivo Sar­to­ri, ao la­do de po­lí­ti­cos do PP e do PSDB.

O tu­ca­no Nel­son Mar­che­zan, pre­fei­to da ca­pi­tal gaú­cha, um “ca­be­ça-pre­ta” (in­te­gran­te da ala jo­vem) pró­xi­mo de Do­ria, fez um ace­no ao go­ver­na­dor.

Dis­se que “quem é mo­der­no há mais tem­po, quem é no­vo há mais tem­po é Ge­ral­do Alck­min”.

No dia se­guin­te, o go­ver­na­dor foi a Flo­ri­a­nó­po­lis em even­to do Ins­ti­tu­to Te­otô­nio Vi­le­la, com par­ti­ci­pa­ção de po­lí­ti­cos do PP, PR e PSB.

Ele cor­re por den­tro, ar­ti­cu­la­do com a cú­pu­la do PSDB. O pre­si­den­te in­te­ri­no, Tas­so Je­reis­sa­ti, é vis­to pe­lo en­tor­no de Do­ria co­mo ali­nha­do com o go­ver­na­dor.

A tá­ti­ca de Alck­min tem si­do pres­si­o­nar pe­la re­a­li­za­ção de pré­vi­as no par­ti­do ain­da nes­te ano pa­ra de­fi­nir o can­di­da­to tu­ca­no à Pre­si­dên­cia, o que cons­tran­ge­ria Do­ria a en­fren­tá-lo —ou não—, e is­so me­nos de um ano de­pois de o pre­fei­to to­mar pos­se. GRANJA Do­ria cor­re por fo­ra. Au­xi­li­a­res cal­cu­lam que, se ele se tor­nar um no­me “acla­ma­do” e po­pu­lar, avan­ça­rá ca­sas ru­mo à can­di­da­tu­ra. Pa­ra is­so, pre­ci­sa vi­a­jar pe­lo país.

Em ou­tra fren­te, o pre­fei­to se apro­xi­mou de li­de­ran­ças tu­ca­nas em quem sen­tiu re­ci­pro­ci­da­de co­mo os se­na­do­res Fle­xa Ri­bei­ro (PA) e Cás­sio Cu­nha Li­ma (PB) e o mi­nis­tro Antonio Im­bas­sahy.

Da mes­ma for­ma fo­ra do PSDB. Ele man­tém vi­vos os la­ços com Mar­cos Pe­rei­ra, do PRB, e Antonio Carlos Rodrigues, do PR, por exem­plo.

No DEM, tra­di­ci­o­nal ali­a­do dos tu­ca­nos, o se­cre­tá­rio pau­lis­ta Ro­dri­go Gar­cia é o elo com Alck­min.

Do­ria fi­cou pró­xi­mo de ACM Ne­to, pre­fei­to de Sal­va­dor, que o re­ce­beu na ca­pi­tal bai­a­na nes­ta se­ma­na.

Foi lá que o tu­ca­no fez do ovo que le­vou na ca­be­ça um ome­le­te, co­mo se re­go­zi­jou de­pois. A no­tí­cia da ova­da aca­bou ga­nhan­do re­per­cus­são nacional, mo­ti­vo de co­me­mo­ra­ção pa­ra seu gru­po.

Um au­xi­li­ar dis­se que le­va­ria ovos no bol­so nas pró­xi­mas viagens de Do­ria. Pre­ci­sa­rá de uma granja.

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