DIAGNOSTICANDO O PARKINSON

A iden­ti­fi­ca­ção pre­co­ce do Parkinson au­men­ta a qua­li­da­de de vi­da e di­mi­nui as chan­ces de com­pli­ca­ções

Glicimia, Colesterol, Triglicerides - - Sumário -

Os in­dí­ci­os da do­en­ça po­dem ser per­ce­bi­dos com a evo­lu­ção do qua­dro e no­ta­dos a olho nu

NÃO É PRE­CI­SO ES­PE­RAR QUE O QUA­DRO ES­TE­JA AVAN­ÇA­DO PA­RA DES­CO­BRIR QUE A DO­EN­ÇA SE FAZ PRE­SEN­TE. Em­bo­ra o prin­ci­pal sin­to­ma do Parkinson se­ja o tre­mor – ini­ci­al­men­te na re­gião das mãos -, ou­tras re­a­ções do cor­po tam­bém po­dem de­nun­ci­ar a sua pre­sen­ça, co­mo cons­ti­pa­ção in­tes­ti­nal, ri­gi­dez nos músculos (in­clu­si­ve os in­fe­ri­o­res), dis­fun­ções psi­co­ló­gi­cas (co­mo es­tres­se e an­si­e­da­de e ten­sões fre­quen­tes) e le­ves lap­sos de me­mó­ria. “A par­tir des­ses in­dí­ci­os é que se ob­tém o diagnóstico da do­en­ça, pa­ra quan­do não há ou­tros exa­mes. Em al­gu­mas pes­so­as ou­tros si­nais po­dem ocor­rer mas, por não se­rem tão evi­den­tes, aca­bam não le­van­do ao diagnóstico ime­di­a­to. Fra­que­za, de­pres­são e can­sa­ço são al­guns exem­plos”, re­for­ça a neu­ro­lo­gis­ta Van­der­ci Borges.

“As chan­ces de de­sen­vol­ver a do­en­ça au­men­tam con­for­me o avan­ço da ida­de. Mas é pos­sí­vel que ocor­ra em pa­ci­en­tes mais jo­vens, até em ado­les­cen­tes, quan­do cos­tu­mam ser por­ta­do­ras de tais ca­rac­te­rís­ti­cas ge­né­ti­cas”, Van­der­ci Borges, neu­ro­lo­gis­ta

Newspapers in Portuguese

Newspapers from Brazil

© PressReader. All rights reserved.