AVI­SO AOS PAIS CON­TEÚ­DO EXPLÍCITO

GRANDES ÍDOLOS DA MÚSICA - Guns N' Roses - - EDITORIAL -

Afra­se do tí­tu­lo es­ta­va pre­sen­te no ade­si­vo in­se­ri­do pe­la Re­cor­ding In­dus­try As­so­ci­a­ti­on of Ame­ri­ca (RIAA) na ca­pa do ál­bum Ap­pe­ti­te for Destruction, co­mo uma for­ma de aler­tar os pais so­bre a lin­gua­gem ofen­si­va pre­sen­te nas le­tras das mú­si­cas. Era o car­tão de vi­si­tas do Guns N’Ro­ses pa­ra o mun­do, fa­zen­do uma cons­ta­ta­ção: you’re in the jun­gle, baby! O fris­son cau­sa­do pe­la ba­te­ria de Ste­ven Adler, o bai­xo de Duff McKa­gan, a gui­tar­ra de ba­se de Izzy Stra­dlin, os riffs e so­los de Slash e o vo­cal fe­roz de Axl Ro­se trans­for­ma­ram o GN’R em um fenô­me­no glo­bal. Mas nem tu­do são flo­res na his­tó­ria da ban­da. Na ver­da­de, há mui­to mais ar­mas do que ro­sas na me­mó­ria des­te gru­po que sur­giu em Los An­ge­les, en­glo­ban­do ami­gos de ado­les­cên­cia em In­di­a­na, um bai­xis­ta do ce­ná­rio punk ju­ve­nil de Se­at­tle e um in­glês com mãe nor­te-ame­ri­ca­na.

En­tre gran­des mo­men­tos e can­ções que fi­ca­ram mar­ca­das na his­tó­ria do Rock, ou­tros acon­te­ci­men­tos envolvendo o gru­po apre­sen­ta­ram o bom, o mau e o feio da “ban­da mais pe­ri­go­sa do mun­do”. De­pois de al­gu­mas pas­sa­gens por aqui, ago­ra em 2017, os bra­si­lei­ros te­rão a chan­ce de um no­vo en­con­tro com Axl e sua tru­pe des­trui­do­ra no Rock in Rio, em se­tem­bro. Não vão fal­tar ce­nas me­mo­rá­veis!

Bem-vin­do à sel­va! A Re­da­ção

Newspapers in Portuguese

Newspapers from Brazil

© PressReader. All rights reserved.