Nathalia Dill

Ariana Saiba mais cu­ri­o­si­da­des so­bre es­sa tí­pi­ca

Guia Astral - - #prontofalei -

Ba­te-pa­po com es­sa tí­pi­ca ariana

As­sim co­mo Eli­sa­be­ta, sua per­so­na­gem em Or­gu­lho e Pai­xão, Nathalia Dill, ariana, não tem me­do de en­ca­rar novos de­sa­fi­os. Apro­vei­te as úl­ti­mas se­ma­nas da no­ve­la das seis e des­cu­bra mais so­bre a atriz e sua tra­je­tó­ria na fic­ção e na vi­da real!

NO­VE­LA

Jo­vem ou­sa­da de­mais pa­ra sua época, on­de o ca­sa­men­to é o des­ti­no es­pe­ra­do pa­ra uma mulher de fa­mí­lia, Eli­sa­be­ta não acei­ta se ca­sar por con­ve­ni­ên­cia e lu­ta por um fu­tu­ro com muito mais possibilidades do que ser ape­nas a es­po­sa de um ho­mem. “Só o fa­to de­la não abai­xar a ca­be­ça já é uma coi­sa que me ins­pi­ra”, con­ta Nathalia em en­tre­vis­ta à Guia As­tral. “O que me im­pres­si­o­na é o jei­to que ela é, co­mo li­da com as si­tu­a­ções. Ela tem uma lín­gua afi­a­da, is­so que eu acho muito bo­ni­to”, comenta.

ASTROLOGIA

Pa­ra al­guém de Áries, a atriz não po­de­ria ser muito di­fe­ren­te. Além de ad­mi­rar a for­ça da sua per­so­na­gem, Nathalia Dill tam­bém tem o tem­pe­ra­men­to for­te: aposta na im­pul­si­vi­da­de e procura ser fi­el aos seus ins­tin­tos e de­se­jos na ho­ra de ba­ta­lhar pe­lo que quer. Não por aca­so, quan­do ques­ti­o­na­da so­bre seus pa­péis em ou­tras novelas, a atriz dá uma resposta à al­tu­ra de seu sig­no: “Eu te­nho muito or­gu­lho da mi­nha tra­je­tó­ria. O tra­ba­lho que eu fiz me dei­xa muito con­for­tá­vel, não te­nho re­ceio de na­da que eu te­nha fei­to”.

VI­DA REAL

Ain­da so­bre sua car­rei­ra, ou­tro mé­ri­to da ar­tis­ta é ter fei­to pa­péis com per­so­na­li­da­des bem dis­tin­tas, co­mo a vi­lã Bran­ca em Li­ber­da­de, Li­ber­da­de, e as gê­me­as Jú­lia e Lo­re­na, em Rock Story. “Eu não me vejo nun­ca no mes­mo lu­gar”, afir­ma ela. “Eu não acho que a mi­nha tra­je­tó­ria se­ja igual, por is­so a rein­ven­ção vem do novo tra­ba­lho que che­ga.”

Ape­sar de Eli­sa­be­ta ser uma mo­ci­nha, Nathalia Dill de­fen­de que sua per­so­na­gem é di­fe­ren­te das pro­ta­go­nis­tas co­muns, pois tem “um le­que de emo­ções muito gran­de. Ela tem hu­mor, drama, ro­man­ce, ao mes­mo tem­po que uma iro­nia. O que eu mais gos­to da Eli­sa­be­ta é is­so”, con­clui.

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