ELEI­ÇÕES GE­RAIS URGENTES

Jornal da Metropole - - Entrevista -

Se­gun­do Re­quião, a so­lu­ção mais ur­gen­te pa­ra o país é a re­a­li­za­ção de elei­ções di­re­tas e ge­rais.

“Os ban­cos es­tão ga­nhan­do for­tu­nas, con­so­li­dan­do seus lu­cros, is­so tem que aca­bar. A mi­nha pro­pos­ta é de elei­ções ge­rais no Bra­sil, com uma am­pla dis­cus­são po­lí­ti­ca, por­que o es­tra­to so­ci­al do Con­gres­so Na­ci­o­nal é mui­to ruim. É ruim por cau­sa do sis­te­ma po­lí­ti­co. Uma cam­pa­nha pa­ra um de­pu­ta­do, um se­na­dor, cus­ta uma for­tu­na: os ho­rá­ri­os po­lí­ti­cos, as mul­ti­pli­ci­da­des dos par­ti­dos, que são ven­di­dos a al­to pre­ço pa­ra ga­ran­tir es­pa­ço na te­le­vi­são...”, com­ple­tou, res­sal­tan­do a ne­ces­si­da­de de uma re­for­ma po­lí­ti­ca de­cen­te.

Re­quião foi na con­tra­mão do go­ver­no fe­de­ral e afir­mou que a Pre­vi­dên­cia “é sus­ten­tá­vel e vi­nha sen­do su­pe­ra­vi­tá­ria”. “Mas quan­do vo­cê cor­ta to­dos os in­ves­ti­men­tos, vo­cê pro­vo­ca a pa­ra­li­sa­ção da eco­no­mia. Re­ces­sões co­mo a nos­sa já exis­ti­ram na dé­ca­da de 1930”, afir­mou, mi­ni­mi­zan­do o tom apo­ca­líp­ti­co que os ca­ci­ques do go­ver­no Te­mer têm ado­ta­do pa­ra tra­tar do as­sun­to.

Ge­ral­do ma­je­la/agen­cia se­na­do

Alan san­tos/pr

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