VE­LHA E ABANDONADA

Se vo­cê não es­tá acos­tu­ma­do, per­co­rerr os cer­ca de 20 km da Av. Ali­o­mar Ba­le­ei­ro, mais co­nhe­ci­da co­mo Es­tra­da Ve­lha do Ae­ro­por­to, vai ser um tan­to as­sus­ta­dor. A via que li­ga a BR-324 a Ca­ja­zei­ras, Fa­zen­da Gran­de e Bo­ca da Mata foi es­que­ci­da pe­la Pre­fei­tur

Jornal da Metropole - - Front Page - Fo­tos Tá­cio Mo­rei­ra Tex­to Bár­ba­ra Sil­vei­ra bar­ba­ra.sil­vei­ra@jor­nal­da­me­tro­po­le.com.br

Se vo­cê não es­tá acos­tu­ma­do, per­cor­rer os cer­ca de 20 km da Av. Ali­o­mar Ba­le­ei­ro, mais co­nhe­ci­da co­mo Es­tra­da Ve­lha do Ae­ro­por­to, cer­ta­men­te le­va­rá mais tem­po do que pen­sa. A via que li­ga a BR-324 a Ca­ja­zei­ras, Fa­zen­da Gran­de e Bo­ca da Mata tem si­do es­que­ci­da pe­la ges­tão de ACM Neto (DEM) — que, mes­mo após mui­tas pro­mes­sas, ain­da não re­vi­ta­li­zou a área.

Prin­ci­pal aces­so pa­ra bair­ros po­pu­lo­sos da ci­da­de, a Es­tra­da Ve­lha do Ae­ro­por­to sub­me­te seus usuá­ri­os a um am­bi­en­te ame­dron­ta­dor, so­bre­tu­do à noi­te. Além de não ter a es­tru­tu­ra ne­ces­sá­ria, já que foi cons­truí­da na dé­ca­da de 1940, du­ran­te a 2º Guer­ra Mun­di­al, e não acom­pa­nhou o cres­ci­men­to da ci­da­de, a ave­ni­da é re­ple­ta de cur­vas pe­ri­go­sas e es­tá to­ma­da pe­los bu­ra­cos e des­ní­veis no as­fal­to.

Des­de 2015, a Me­tró­po­le ou­ve as pro­mes­sas da Pre­fei­tu­ra. No iní­cio, na ges­tão do se­cre­tá­rio de In­fra­es­tru­tu­ra Pau­lo Fon­ta­na, a obra foi or­ça­da em R$ 76 milhões – va­lor que fi­cou in­viá­vel du­ran­te a cri­se. De­pois dis­so, mais pro­mes­sas e ne­nhu­ma ação.

Ain­da abandonada, Es­tra­da Ve­lha do Ae­ro­por­to pa­re­ce ter es­tag­na­do no tem­po

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