Má­rio Ker­tész

Jornal da Metropole - - Especial -

“Aqui aju­da­mos a que­brar o mo­no­pó­lio po­lí­ti­co do gru­po car­lis­ta que era he­gemô­ni­co po­li­ti­ca­men­te e fe­cha­va os es­pa­ços pa­ra to­dos aque­les que eram de opo­si­ção. Foi aqui que o PT co­me­çou a fa­lar, Lula, Ci­ro Go­mes, Ja­ques Wag­ner, Val­dir Pi­res, Ro­ber­to San­tos, e tan­tos ou­tros que fa­la­vam aber­ta­men­te. Abri­mos os microfones pa­ra qual­quer pes­soa fa­lar com o slo­gan mais ver­da­dei­ro pa­ra to­dos nós: Aqui to­do mun­do fa­la e to­do mun­do ouve. A gran­de di­fi­cul­da­de foi con­ven­cer as pes­so­as de que elas po­dem e de­vem ou­vir to­do o ti­po de opi­nião, mes­mo não con­cor­dan­do com elas. As­sim se cons­trói de­mo­cra­cia e de­mo­cra­cia sem ódio. To­das as pes­so­as têm di­rei­to de vo­tar em qu­em que­rem, de de­fen­de­rem as idei­as. Fi­co mui­to fe­liz de es­tar com­ple­tan­do a mai­o­ri­da­de da Me­tró­po­le (...) Em tu­do, sem­pre es­ti­ve­mos aber­tos e es­ta­re­mos até o fim. Es­se é o pro­je­to bá­si­co do Gru­po Me­tró­po­le”.

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