Sex­to pre­gão se­gui­do de al­ta do dó­lar

Jornaldodia - - NEGÓCIOS -

É a mais lon­ga sé­rie de al­tas do dó­lar em seis me­ses: on­tem, a mo­e­da ame­ri­ca­na su­biu pe­lo sex­to pre­gão se­gui­do e fe­chou em al­ta de 0,83%, a R$ 3,2367. Des­de que o BC re­for­çou as in­ter­ven­ções no câm­bio, o re­al já per­deu 3,25% — na con­tra­mão dos paí­ses emer­gen­tes. Se­gun­do ana­lis­tas, o dó­lar so­be com in­cer­te­zas so­bre o ajus­te fis­cal. No mer­ca­do de ações, o ín­di­ce Bo­ves­pa fe­chou o pre­gão em bai­xa de 0,27%, a 59.166 pon­tos, com gi­ro de R$ 5,3 bi­lhões. O des­ta­que en­tre as ações foi, no­va­men­te, a Ger­dau — os pa­péis PN su­bi­ram 4,23%.

Pro­tes­to de tra­ba­lha­do­res da Mer­ce­des

Cer­ca de 2 mil tra­ba­lha­do­res da Mer­ce­des-Benz, se­gun­do a Po­lí­cia Ro­do­viá­ria, fe­cha­ram du­as pis­tas da via An­chi­e­ta (São Pau­lo-Santos) pa­ra pro­tes­tar con­tra de­mis­sões na fá­bri­ca de ôni­bus e ca­mi­nhões em São Ber­nar­do do Cam­po SP. O sin­di­ca­to afir­mou que a Daim­ler, con­tro­la­do­ra da Ale­ma­nha, não au­to­ri­zou a ne­go­ci­a­ção das de­mis­sões. A as­ses­so­ria no Bra­sil afir­mou que es­tá ne­go­ci­an­do com o sin­di­ca­to. A em­pre­sa sus­pen­deu a pro­du­ção da fá­bri­ca por tem­po in­de­ter­mi­na­do na úl­ti­ma 2a-fei­ra (15ago16).

Imó­veis no­vos: que­da de 13,9%.

No 1º se­mes­tre, caí­ram 13,9% as ven­das de imó­veis no­vos em to­do o País, se­gun­do da­dos da As­so­ci­a­ção Bra­si­lei­ra de In­cor­po­ra­do­ras Imo­bi­liá­ri­as (Abrainc), em par­ce­ria com a Fun­da­ção Ins­ti­tu­to de Pes­qui­sa Econô­mi­cas (Fi­pe). Fo­ram ven­di­das 49.797 uni­da­des no pe­río­do. Nos úl­ti­mos 12 me­ses, as ven­das che­ga­ram a 104.158 uni­da­des, 15% in­fe­ri­or ao to­tal do pe­río­do an­te­ri­or. Nos lan­ça­men­tos, nos pri­mei­ros seis me­ses o vo­lu­me foi 10,4% su­pe­ri­or ao do mes­mo pe­río­do de 2015, to­tal de 31.360 uni­da­des. Nos úl­ti­mos 12 me­ses, o to­tal lan­ça­do foi de 67.013 uni­da­des, que­da de 1,5% fren­te aos 12 me­ses an­te­ri­o­res.

Do­bra pe­ne­tra­ção de smartpho­nes

Le­van­ta­men­to do Ibo­pe, a pe­di­do da Qu­al­comm, mos­tra que a pre­sen­ça de smartpho­nes no País do­brou nos úl­ti­mos anos. Em 2014, a ta­xa de pe­ne­tra­ção era de 19% da po­pu­la­ção; ho­je, es­tá em 40%. O bra­si­lei­ro tem fi­ca­do mais tem­po com o mes­mo apa­re- lho. Dos 800 en­tre­vis­ta­dos, 91% dis­se­ram ter o apa­re­lho por mais de um ano. Em 2014, es­se per­cen­tu­al era de 50%. O uso pa­ra di­ver­são con­ti­nua a ser mai­or (57%) do que pa­ra o tra­ba­lho (24%). Se fos­sem tro­car de apa­re­lho, os con­su­mi­do­res bus­ca­ri­am pri­mei­ro uma ba­te­ria mais du­rá­vel, e de­pois boa ca­pa­ci­da­de de ar­ma­ze­na­men­to.

De­sas­tres cus­tam US$ 71 bi­lhões

Da­dos da se­gu­ra­do­ra suí­ça Swiss Re mos­tram que de­sas­tres na­tu­rais — ter­re­mo­tos no Ja­pão, in­cên­di­os flo­res­tais no Ca­na­dá, en­tre ou­tros — cus­ta­ram à eco­no­mia mun­di­al US$ 71 bi­lhões no 1º se­mes­tre. Is­so re­pre­sen­ta 38% de au­men­to so­bre igual pe­río­do do ano pas­sa­do. O se­tor de se­gu­ros co­briu 44% das per­das, ou se­ja US$ 31 bi­lhões, 51% a mais do que no ano pas­sa­do. Os de­sas­tres mais ca­ros fo­ram as tem­pes­ta­des nos EUA e na Eu­ro­pa.

Tra­ba­lha­do­res da Mer­ce­des na Via An­chi­e­ta: con­tra de­mis­sões.

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