Opep con­cor­da em re­du­zir pro­du­ção de pe­tró­leo

Jornaldodia - - NEGÓCIOS -

Reu­nião on­tem, em Vi­e­na, da Or­ga­ni­za­ção dos Paí­ses Ex­por­ta­do­res de Pe­tró­leo (Opep) de­fi­niu um acor­do pa­ra cor­tar em cer­ca de 1,2 mi­lhão de bar­ris por dia (bpd) a pro­du­ção da com­mo­dity. É a pri­mei­ra re­du­ção em oi­to anos. O acer­to con­fir­ma acor­do pré­vio na Ar­gé­lia em se­tem­bro, quan­do a pro­du­ção es­ta­be­le­ceu te­to de 32,5 mi­lhões bpd. Os acor­dos da Opep têm his­tó­ri­co de não se sus­ten­ta­rem com o tem­po. Com es­te acor­do, o bar­ril do óleo Brent, em Lon­dres, fe­chou em al­ta de 8,41%, pa­ra US$ 50,47; em No­va York, o WTI ex­pe­ri­men­tou al­ta de 8,16%, pa­ra US$ 49,44.

Pe­tro­bras dis­pa­ra e aju­da a Bol­sa

Por cau­sa do acor­do da Opep pa­ra re­du­zir a pro­du­ção de pe­tró­leo as ações da Pe­tro­bras dis­pa­ra­ram qua­se 10%, on­tem, na Bol­sa de S Paulo. Os pa­péis PN da es­ta­tal su­bi­ram 9,14%, pa­ra R$ 16; os ON,10,59%, pra R$ 18,47. Com is­so, o ín­di­ce Bo­ves­pa fe­chou em al­ta de 1,51%, a 61.906 pon­tos. No mês, no en­tan­to, o ín­di­ce acu­mu­la que­da de 4,65%. No mer­ca­do de câm­bio, o dó­lar co­mer­ci­al caiu 0,26% an­te o re­al, pa­ra R$ 3,3874. No mês que se en­cer­rou on­tem, o dó­lar acu­mu­lou pr­da de 6,23%. No ano, a mo­e­da ame­ri­ca­na acu­mu­la que­da de 14,38%.

Gu­ti­er­rez en­tre­ga es­que­ma em obras em fa­ve­las

De­ta­lhes de es­que­ma de frau­de de li­ci­ta­ções em fa­ve­las do Rio fo­ram en­tre­gues pe­la cons­tru­to­ra An­dra­de Gu­ti­er­rez, co­mo par­te de um acor­do de le­ni­ên­cia com o Con­se­lho Ad­mi­nis­tra­ti­vo de De­fe­sa Econô­mi­ca (Ca­de). Se­gun­do a Gu­ti­er­rez, as con­cor­rên­ci­as ocor­re­ram pa­ra obras no Com­ple­xo do Ale­mão, Man­gui­nhos e Ro­ci­nha, da Se­cre­ta­ria de Obras do Es­ta­do do Rio e fi­nan­ci­a­da pe­lo Pro­gra­ma de Ace­le­ra­ção do Cres­ci­men­to (PAC). Te­ri­am par­ti­ci­pa­do as em­prei­tei­ras Ca­mar­go Cor­rêa, Cam­ter, Ode­bre­cht, Del­ta, OAS, Qu­ei­roz Gal­vão, Ca­ri­o­ca Ch­ris­ti­a­ni Ni­el­sen, EIT e Ca­en­ge.

Celg-D pri­va­ti­za­da à Enel ita­li­a­na

No pri­mei­ro lei­lão de pri­va­ti­za­ção do go­ver­no Te­mer, a dis­tri­bui­do­ra de ener­gia de Goi­âs Celg-D (Ele­tro­brás) foi ar­re­ma­ta­da pe­la em­pre­sa ita­li­a­na Enel, que pa­gou R$ 2,187 bi­lhões. Por ser a úni­ca in­te­res­sa­da, sur­pre­en­deu o va­lor, com ágio de 28% so­bre o pre­ço es­ta­be­le­ci­do. A com­pa­nhia ita­li­a­na já atua no Bra­sil — tem dis­tri­bui­do­ras no Ce­a­rá e no Rio. Re­cen­te­men­te, anun­ci­ou que vai in­ves­tir € 3,2 bi­lhões no Bra­sil até 2019.

Mor­re, aos 98 anos, o cri­a­dor do Big Mac.

A par­tir da ideia de do­brar to­dos os in­gre­di­en­tes do ham­búr­guer do McDo­nald’s, Mi­cha­el ‘Jim’ Del­li­gat­ti fi­cou fa­mo­so. Sua in­ven­ção, o Big Mac, é hoje ven­di­da em mais de 100 paí­ses do mun­do. Del­li­gat­ti, um fran­que­a­do da rede — mor­to on­tem, aos 98 anos —, in­ven­tou o san­duí­che de 509 ca­lo­ri­as em 1967, em uma lo­ja na Pen­sil­vâ­nia. Foi um dos pri­mei­ros a abrir um res­tau­ran­te da ca­deia — que já lhe pres­tou ho­me­na­gem — nos EUA, na dé­ca­da de 1950.

Jim Del­li­gat­ti e sua cri­a­ção: Big Mac, tu­do em du­pli­ca­ta.

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