Cha­pe­co­en­se de­cla­ra­da cam­peã

Jornaldodia - - GERAL -

Em reu­nião do Con­se­lho da Con­me­bol, on­tem, a Cha­pe­co­en­se foi de­cla­ra­da cam­peão da Co­pa Sul-Ame­ri­ca­na de 2016. É uma ho­me­na­gem às 50 pes­so­as que mor­re­ram na úl­ti­ma 3a-fei­ra (27nov16) após a que­da do avião que as trans­por­ta­va pa­ra a Colôm­bia on­de dis­pu­ta­ri­am a fi­nal do tor­neio. Com o tí­tu­lo, a Cha­pe ga­ran­te va­ga na fa­se de gru­pos da Li­ber­ta­do­res 2017, na fi­nal da Re­co­pa Sul-Ame­ri­ca­na 2017 (con­tra o mes­mo Atlé­ti­co Na­ci­o­nal de Me­de­lín), além de ao me­nos US$ 4,8 mi­lhões em pre­mi­a­ções.

So­bre­vi­ven­tes vão bem, me­nos Ne­to.

Só o jo­ga­dor Ne­to, da Cha­pe­co­en­se, ain­da pre­o­cu­pa os mé­di­cos do Hos­pi­tal San Vi­cen­te, na Colôm­bia, se­gun­do bo­le­tim de on­tem. Ne­to con­ti­nua se­da­do, em ven­ti­la­ção me­câ­ni­ca e em cui­da­dos in­ten­si­vos, de acor­do com re­la­to do mé­di­co Ed­son Sta­kons­ki. Os de­mais so­bre­vi­ven­tes hos­pi­ta­li­za­dos — os jo­ga­do­res Jack­son Foll­mann e Alan Rus­chel e o jor­na­lis­ta Rafael Hen­zel — são con­si­de­ra­dos es­tá­veis, to­dos cons­ci­en­tes. On­tem, Hen­zel po­sou pa­ra fo­to com a mu­lher, Jus­sa­ra, e pos­tou nas re­des so­ci­ais.

São Pau­lo: Do­ria ata­ca Had­dad.

Ter­mi­nou o pe­río­do de gen­ti­le­zas en­tre o pre­fei­to elei­to de São Pau­lo, João Dó­ria (PSDB), e o atu­al, Fer­nan­do Had­dad (PT). Em even­to na Fe­de­ra­ção do Co­mér­cio (Fe­co­mér­cio-SP), Dó­ria dis­se que a ci­da­de “é um li­xo vi­vo” e que o pan­ca­dão (bai­le funk pres­ti­gi­a­do pe­la Pre­fei­tu­ra) é ad­mi­nis­tra­do pe­la fac­ção cri­mi­no­sa Pri­mei­ro Co­man­do da Ca­pi­tal (PCC). Do­ria tam­bém men­ci­o­nou a Cra­co­lân­dia, pon­to que o PT con­si­de­ra seu for­te. Mas ga­ran­tiu que tem bom trân­si­to com Had­dad e que “não cri­ti­ca­ria” o atu­al pre­fei­to.

Rio: Cri­vel­la pro­põe in­de­ni­za­ção por as­sal­tos.

Em al­mo­ço com em­pre­sá­ri­os, on­tem, o pre­fei­to elei­to do Rio, Marcelo Cri­vel­la (PRB), propôs in­de­ni­zar tu­ris­tas que fo­rem as­sal­ta­dos na ci­da­de. Se­ria, se­gun­do Cri­vel­la, uma me­di­da pa­ra “que­brar a ima­gem” de vi­o­lên­cia do Rio. Ele não sou­be de­fi­nir de on­de vi­ri­am os re­cur­sos pa­ra pa­ga­men­to das in­de­ni­za­ções. Ge­ne­ri­ca­men­te, apon­tou uma ta­xa so­bre pas­sa­gens. “Va­le­ria pa­ra tu­ris­ta es­tran­gei­ro e o que vi­es­se de ou­tros Es­ta­dos”, dis­se o pre­fei­to elei­to.

Gul­lar ao em­ba­lo do

Gul­lar fez a le­tra deT­ren­zi­nho, de Vil­laLo­bos.

Ao som de O Tren­zi­nho do Cai­pi­ra, de Vil­la-Lo­bos, o po­e­ta Fer­rei­ra Gul­lar foi en­ter­ra­do on­tem no mau­so­léu da Aca­de­mia Bra­si­lei­ra de Le­tras, no ce­mi­té­rio São João Ba­tis­ta, no Rio. Ele mor­reu no do­min­go, aos 86 anos. O ami­go e cu­ra­dor de ar­te Le­o­nel Kaz fez um dis­cur­so emo­ci­o­na­do em que res­sal­tou a “ho­nes­ti­da­de ab­so­lu­ta” de Gul­lar. A le­tra do Tren­zi­nho foi com­pos­ta pe­lo pró­prio Gul­lar: “Lá vai o trem com o me­ni­no / Lá vai a vi­da a ro­dar / Lá vai ci­ran­da e des­ti­no / Ci­da­de noi­te a gi­rar / Lá vai o trem sem des­ti­no / Pro dia no­vo en­con­trar”.

Jor­na­lis­ta Rafael Hen­zel ao la­do da mu­lher, Jus­sa­ra: co­mo jo­ga­do­res da Cha­pe­co­en­se, con­si­de­ra­do es­tá­vel.

Marcelo Cri­vel­la (PRB)

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