A des­pei­to da cri­se, Bol­sa so­be 2,10%.

Jornaldodia - - NEGÓCIOS -

Ao lar­go da cri­se no Se­na­do [ver PO­LÍ­TI­CA], a Bol­sa de São Pau­lo te­ve um bom pre­gão e fe­chou em al­ta de 2,10%, a 61.008 pon­tos, com gi­ro de R$ 7,8 bi­lhões. Ape­sar da que­da de 2% do pe­tró­leo no mer­ca­do in­ter­na­ci­o­nal, as ações da Pe­tro­bras avan­ça­ram de 3,12% (PN) e 3,27% (ON). A lei­tu­ra é que a ma­nu­ten­ção de Re­nan na che­fia do Se­na­do [ver PO­LÍ­TI­CA] fa­vo­re­ce a apro­va­ção dos pro­je­tos de ajus­te fis­cal. O câm­bio re­fle­tiu pri­mei­ro a cau­te­la com o ce­ná­rio po­lí­ti­co, mas mu­dou de di­re­ção. No en­cer­ra­men­to, o dó­lar co­mer­ci­al foi a R$ 3,4162, per­da de 0,40%.

Pe­tró­leo em que­da

Por cau­sa dos da­dos de no­vem­bro da Or­ga­ni­za­ção de Paí­ses Ex­por­ta­do­res de Pe­tró­leo (Opep), os pre­ços do pe­tró­leo caí­ram, on­tem: o mer­ca­do res­pon­deu a al­ta re­cor­de na pro­du­ção do car­tel, pa­ra 34,19 mi­lhões de bar­ris por dia (bpd). Os efei­tos do acor­do da se­ma­na pas­sa­da, pa­ra con­ter a for­te que­da de pre­ços, de­vem fa­zer efei­to só em jan2017. No fe­cha­men­to, on­tem, o pre­ço do bar­ril do óleo ti­po Brent per­deu 2,28%, pa­ra US$ 53,93, em Lon­dres. O óleo WTI, em No­va York, caiu 2,09%, pa­ra US$ 50,93.

Pou­pan­ça: pri­mei­ra cap­ta­ção lí­qui­da.

Pe­la pri­mei­ra vez nes­te ano, os de­pó­si­tos em ca­der­ne­tas de pou­pan­ça su­pe­ra­ram os sa­ques em no­vem­bro. De acor­do com da­dos do Ban­co Cen­tral, di­vul­ga­dos on­tem, a cap­ta­ção lí­qui­da che­gou a R$ 1,881 bi­lhão. A úl­ti­ma vez que o BC ha­via re­gis­tra­do re­sul­ta­do po­si­ti­vo foi em dez2015 (R$ 4,789 bi­lhões), no úni­co mês da­que­le ano com cap­ta­ção lí­qui­da. No acu­mu­la­do de 11 me­ses des­te ano, os sa­ques su­pe­ram os de­pó­si­tos em R$ 51,370 bi­lhões.

Te­le­com: mu­dan­ças fa­vo­re­cem gran­des ope­ra­do­ras.

Por de­ci­são de Co­mis­são Es­pe­ci­al do Se­na­do, on­tem, a Lei Ge­ral de Te­le­co­mu­ni­ca­ções (LGT), de 1997, vai mudar. Ago­ra, per­mi­te a mi­gra­ção de con­ces­si­o­ná­ri­as de te­le­fo­nia fi­xa pa­ra o re­gi­me de au­to­ri­za­ção — com mai­or li­ber­da­de de de­ci­são so­bre in­ves­ti­men­tos e de­fi­ni­ção de pre­ços. Apro­va­da em ca­rá­ter ter­mi­na­ti­vo, não pre­ci­sa­rá ir a ple­ná­rio. A mu­dan­ça de re­gi- me be­ne­fi­cia gran­des gru­pos — em es­pe­ci­al a Oi, com dí­vi­das de R$ 65 bi­lhões — que ini­ci­a­ram a ope­ra­ção de ser­vi­ços com a pri­va­ti­za­ção.

UE apro­va com­pra da Lin­ke­din pe­la Mi­cro­soft

A Co­mis­são Eu­ro­peia, bra­ço exe­cu­ti­vo da União Eu­ro­peia (UE), apro­vou on­tem a aqui­si­ção da Lin­ke­dIn pe­la Mi­cro­soft, que pa­gou US$ 26 bi­lhões pe­lo ne­gó­cio. O acor­do foi li­be­ra­do com a con­di­ção de que, de­pois da fu­são, a Mi­cro­soft per­mi­tis­se a ou­tros si­tes de re­des de pro­fis­si­o­nais aces­sar os pro­gra­mas do Of­fi­ce nos pró­xi­mos cin­co anos. E que a ins­ta­la­ção de um ata­lho pa­ra o Lin­ke­dIn não se­ja obri­ga­tó­ria. Além dis­so, a UE dis­se que a Mi­cro­soft de­ve per­mi­tir aces­so de con­cor­ren­tes do Mi­cro­soft Graph, pro­gra­ma pa­ra cri­ar apli­ca­ti­vos que po­dem me­xer na nu­vem da Mi­cro­soft.

Lin­ke­dIn com­pra­do pe­la Mi­cro­soft: exi­gên­ci­as da UE.

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