Com cri­se e tu­do, Bol­sa so­be e dó­lar cai.

Jornaldodia - - NEGÓCIOS -

Mes­mo em meio à cri­se que en­vol­veu o se­na­dor Re­nan Ca­lhei­ros [ver PO­LÍ­TI­CA], a Bol­sa de S Pau­lo fe­chou on­tem em al­ta de 0,53%, a 61.414 pon­tos. A al­ta de pa­péis da Va­le e o bom de­sem­pe­nho dos mer­ca­dos in­ter­na­ci­o­nais ga­ran­ti­ram o nú­me­ro po­si­ti­vo, se­gun­do ope­ra­do­res. No câm­bio, o dó­lar caiu fren­te ao re­al, acom­pa­nhan­do o de­sem­pe­nho po­si­ti­vo das mo­e­das emer­gen­tes. O dó­lar co­mer­ci­al caiu 0,37%, pa­ra R$ 3,4036. No ex­te­ri­or, o dó­lar caiu fren­te às prin­ci­pais di­vi­sas com o mer­ca­do aguar­dan­do a de­ci­são do Ban­co Cen­tral Eu­ro­peu (BCE).

Car­tel do câm­bio: ban­cos em acor­do.

Cin­co ban­cos in­ves­ti­ga­dos por car­tel in­ter­na­ci­o­nal de ma­ni­pu­la­ção de ta­xas de câm­bio fir­ma­ram on­tem acor­dos de ces­sa­ção de con­du­ta com o Con­se­lho Ad­mi­nis­tra­ti­vo de De­fe­sa Econô­mi­ca (Ca­de). Par­ti­ci­pam do acor­do Ci­ti­corp, Deuts­che Bank, Bar­clays, HSBC e JP Mor­gan, que vão pa­gar em con­jun­to R$ 181 mi­lhões. Ao to­do, 15 ban­cos e 30 pes­so­as fí­si­cas es­tão sob in­ves­ti­ga­ção. De acor­do com o Ca­de, as in­ves­ti­ga­das “te­ri­am fei­to um car­tel pa­ra fi­xar ní­veis de pre­ços (spre­ad cam­bi­al), co­or­de­nar com­pra e ven­da de mo­e­das e pro­pos­tas de pre­ços pa­ra cli­en­tes no mer­ca­do de câm­bio, en­vol­ven­do a mo­e­da bra­si­lei­ra”.

Pe­tro­bras não po­de ven­der ati­vos

Por de­ci­são unâ­ni­me do Tri­bu­nal de Con­tas da União (TCU), on­tem, a Pe­tro­bras não po­de ven­der ati­vos. Is­to é, não de­ve fe­char ne­gó­ci­os en­quan­to o TCU não con­cluir aná­li­se do pro­gra­ma. Di­zem mi­nis­tros do Tri­bu­nal que há ris­cos de ir­re­gu­la­ri­da­des. A Pe­tro­bras ad­mi­tiu que os pro­ce­di­men­tos de ven­da de ati­vos po­dem ser apri­mo­ra­dos, mas pe­diu que cin­co pro­je­tos — man­ti­dos sob si­gi­lo — cu­jas ven­das es­tão em fa­se fi­nal fi­cas­sem de fo­ra da de­ci­são. O TCU acei­tou.

Cap­ta­ção re­cor­de dos fun­dos de previdência

No acu­mu­la­do do ano, até no­vem­bro, os fun­dos de in­ves­ti­men­tos cap­ta­ram R$ 89,7 bi­lhões. O pa­trimô­nio lí­qui­do é de R$ 3,4 tri­lhões, pe­los da­dos di­vul­ga­dos on­tem pe­la As­so­ci­a­ção Bra­si­lei­ra das En­ti­da­des dos Mer­ca­dos Fi­nan- cei­ro e de Ca­pi­tais (An­bi­ma). Os fun­dos de previdência ba­te­ram re­cor­de, com cap­ta­ção de R$ 38 bi­lhões, 17,6% su­pe­ri­or ao re­gis­tra­do em igual pe­río­do de 2015. Du­ran­te o ano, com a in­de­fi­ni­ção do ce­ná­rio ma­cro­e­conô­mi­co, diz a An­bi­ma, os in­ves­ti­do­res pre­fe­ri­ram se man­ter em pro­du­tos con­ser­va­do­res.

Star­bucks pla­ne­ja mais 12 mil lo­jas

Nos pró­xi­mos cin­co anos, a re­de de ca­fés Star­bucks pre­ten­de abrir 12 mil lo­jas em to­do o mun­do — e le­var a em­pre­sa a 37 mil pon­tos de ven­da, mais 48% fren­te ao ní­vel atu­al. A em­pre­sa de Se­at­tle, EUA, apre­sen­tou seus pla­nos a in­ves­ti­do­res on­tem, em No­va York, uma se­ma­na após anunciar que Howard Schultz, que trans­for­mou a com­pa­nhia em mar­ca glo­bal, re­nun­ci­a­rá ao car­go de di­re­tor-exe­cu­ti­vo em abril. A no­va es­tra­té­gia fi­ca­rá com Ke­vin John­son, atu­al di­re­tor de ope­ra­ções da com­pa­nhia.

Star­bucks: John­son (esq.) no lu­gar de Schultz pa­ra to­car ex­pan­são.

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