Con­tra a cri­se po­lí­ti­ca, es­tí­mu­los à eco­no­mia.

Jornaldodia - - ECONOMIA -

Dis­cu­ti­do nes­te fi­nal de se­ma­na, um pe­que­no pa­co­te de me­di­das de im­pac­to — pa­ra man­ter em­pre­gos e es­ti­mu­lar a eco­no­mia — de­ve ser lan­ça­do nes­ta se­ma­na. Me­nos pe­la eco­no­mia, mais pe­la cri­se do go­ver­no [ver PO­LÍ­TI­CA]. On­tem, o líder do PSD na Câ­ma­ra, Ro­gé­rio Ros­so (DF), dis­se que se­rão lan­ça­das oi­to me­di­das. Já es­tá cer­to o Pro­gra­ma de Sus­ten­ta­ção ao Em­pre­go (PSE), de R$ 1,350 bi­lhão, pa­ra man­ter 200 mil pos­tos em qua­tro anos — ver­são per­ma­nen­te, re­vis­ta e am­pli­a­da do Pro­gra­ma de Pro­te­ção ao Em­pre­go (PPE), lan­ça­do em 2015 pe­la ex-pre­si­den­te Dil­ma. As de­mais me­di­das en­vol­vem ações nas áre­as re­gu­la­tó­ri­as, de cré­di­to e com­pe­ti­ti­vi­da­de, a fim de me­lho­rar o am­bi­en­te de ne­gó­ci­os. de es­for­ços do go­ver­no no Se­na­do pa­ra apro­var em 2º tur­no a PEC do Te­to de Gas­tos, que li­mi­ta gas­tos pú­bli­cos. A me­di­da é con­si­de­ra­da fun­da­men­tal pa­ra a eco­no­mia. No mes­mo dia, os par­la­men­ta­res que­rem, em uma ses­são do Con­gres­so, vo­tar o Or­ça­men­to e ve­tos. Man­têm­se co­mo mai­o­res críticas a des­vin­cu­la­ção de re­cei­tas pre­vis­tas pa­ra Saú­de e Edu­ca­ção. Es­ta é a úl­ti­ma se­ma­na de de­li­be­ra­ções ple­ná­ri­as no Se­na­do an­tes do re­ces­so, mar­ca­do pa­ra co­me­çar na pró­xi­ma 6a-fei­ra (16dez16).

61% pre­fe­rem o PEC do Te­to de Brasil pa­ra vi­ver Gas­tos em 2º tur­no

Ama­nhã, se­rá dia de con­cen­tra­ção Pes­qui­sa Da­ta­fo­lha apon­ta que, mes­mo com to­do pes­si­mis­mo so­bre a eco­no­mia, 61% dos bra­si­lei­ros con­si­de­ram o Brasil um país bom ou óti­mo pa­ra vi­ver. Na pes­qui­sa an­te­ri­or, de ju­lho, só 53% com­par­ti­lha­vam o oti­mis­mo. O or­gu­lho de ser bra­si­lei­ro tam­bém au­men­tou: 69% di­zem ter mais es­sa sen­sa­ção que ver­go­nha. O Ín­di­ce Da­ta­fo­lha de Con­fi­an­ça caiu de 98 pon­tos, em ju­lho, pa­ra 87.

La­gar­de acu­sa­da de ne­gli­gên­cia

Com au­di­ên­cia ho­je, na França, a di­re­to­ra-ge­ren­te do FMI, Ch­ris­ti­ne La­gar­de, se dis­se con­fi­an­te em que não fez na­da de er­ra­do a res­pei­to de um pa­ga­men­to es­ta­tal de 2008 a um em­pre­sá­rio fran­cês. O ca­so é o de € 400 mi­lhões pa­gos ao em­pre­sá­rio Ber­nard Ta­pie, quan­do a La­gar­de era mi­nis­tra das Fi­nan­ças da França, no go­ver­no Ni­co­las Sar­kozy. Ela é acu­sa­da de ne­gli­gên­cia ao apro­var, in­de­vi­da­men­te, uma de­ci­são pa­ra per­mi­tir uma ar­bi­tra­gem ex­tra­ju­di­ci­al na dis­pu­ta com Ta­pie — apoi­a­dor de Sar­kozy.

Venezuela vai re­ti­rar notas de 100 bo­lí­va­res

Até 4a-fei­ra, a Venezuela po­de re­ti­rar de cir­cu­la­ção a cé­du­la de 100 bo­lí­va­res, a mai­or no País. O pre­si­den­te Ni­co­lás Ma­du­ro anun­ci­ou a me­di­da on­tem, em­bo­ra téc­ni­cos di­gam que a ope­ra­ção se­rá mui­to di­fí­cil. O pro­ble­ma é a hi­pe­rin­fla­ção: 100 bo­lí­va­res, ho­je, va­lem US$ 10 no câm­bio ofi­ci­al; no pa­ra­le­lo, não pas­sa de US$ 2. O go­ver­no diz que o mo­ti­vo é com­ba­ter ma­fi­o­sos co­lom­bi­a­nos. A Venezuela de­ve lan­çar no­vas mo­e­das de 50 e 100 e cé­du­las de 500; mais tar­de, notas de até 20 mil.

Venezuela e hi­pe­rin­fla­ção: cé­du­la de 100 bo­lí­va­res va­le US$ 2.

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