Se­ma­na fi­nan­cei­ra qua­se tran­qui­la

Jornaldodia - - NEGÓCIOS -

Não fos­se a PEC do Te­to de Gas­tos e os ju­ros dos EUA, es­ta po­de­ria ser uma se­ma­na tran­qui­la pa­ra o mer­ca­do fi­nan­cei­ro. A vo­ta­ção em 2º tur­no da PEC do Te­to es­tá mar­ca­da pa­ra ama­nhã, 13dez16, com expectativa de apro­va­ção e de boa re­a­ção dos in­ves­ti­do­res. Na 4a-fei­ra, 14, o Fe­de­ral Re­ser­ve (Fed) dos EUA di­vul­ga de­ci­são so­bre o ju­ro no país. Já é da­da co­mo cer­ta uma al­ta da ta­xa, mas a mai­or expectativa é com o dis­cur­so da pre­si­den­te do Fed, Ja­net Yel­len, meia ho­ra de­pois do co­mu­ni­ca­do.

Pa­ra pa­gar o rom­bo do Fun­cef

R$ 7,7 bi­lhões te­rão de ser in­je­ta­dos pe­la Cai­xa e pe­los par­ti­ci­pan­tes do fun­do de pre­vi­dên­cia Fun­cef pa­ra co­brir rom­bo atu­a­ri­al. Me­ta­de do va­lor se­rá des­con­ta­da de sa­lá­ri­os e be­ne­fí­ci­os de 62,5 mil fun­ci­o­ná­ri­os — o des­con­to é cal­cu­la­do em 10,68% do pa­ga­men­to, ao lon­go de mais de 17 anos. A ou­tra par­te se­rá pa­ga pe­la Cai­xa Econô­mi­ca Fe­de­ral (CEF). Di­zem fon­tes que a par­te da CEF não pre­ci­sa­ria ser pa­ga de ime­di­a­to, pa­ra não cau­sar im­pac­to nos re­sul­ta­dos do ban­co.

Pe­tró­leo: Opep co­op­ta não­mem­bros.

Mais uma vi­tó­ria pa­ra a ma­no­bra da Or­ga­ni­za­ção dos Paí­ses Ex­por­ta­do­res de Pe­tró­leo (Opep): a en­ti­da­de con­ven­ceu mais 11 paí­ses de fo­ra do car­tel a cor­tar sua pro­du­ção a par­tir de jan2017. Es­ses paí­ses po­de­ri­am cor­tar 558 mil bar­ris por dia (bpd). Na se­ma­na pas­sa­da, a Opep anun­ci­ou um cor­te de 1,2 mi­lhão de bpd, tam­bém a par­tir de 01jan17. O te­to se­ria de 32,5 mi­lhões de bpd. Os três mai­o­res pro­du­to­res mun­di­ais — Ará­bia Sau­di­ta, Kuwait e Emi­ra­dos Ára­bes Uni­dos — res­pon­de­rão por 60% do cor­te. O pac­to tem pra­zo de seis me­ses e po­de ser re­no­va­do.

Co­bran­ça por ma­la trans­por­ta­da

No­vas nor­mas pa­ra o se­tor aé­reo es­tão a pon­to de se­rem apro­va­das pe­la Agên­cia Na­ci­o­nal de Avi­a­ção Ci­vil (Anac). A mais po­lê­mi­ca de­ter­mi­na­rá o fim do trans­por­te gra­tui­to de bagagem: as em­pre­sas vão po­der co­brar pe­lo des­pa­cho de ma­las, em vo­os do­més­ti­cos e in­ter­na­ci­o­nais. Atu­al­men­te, ca­da pas­sa­gei­ro po­de le­var uma ma­la de 23 kg nas vi­a­gens den­tro do Brasil e até du­as ma­las de 32 kg pa­ra vo­os pa­ra o ex­te­ri­or. Se as nor­mas fo­rem ra­ti­fi­ca­das pe­la Anac, a úni­ca bagagem gra­tui­ta se­rá uma ma­la de mão, cu­jo pe­so per­mi­ti­do de­ve pas­sar de 5 kg pa­ra 10 kg.

80 aviões da Bo­eing pa­ra o Irã

Nes­te do­min­go, a IranAir anun­ci­ou acor­do com a ame­ri­ca­na Bo­eing pa­ra com­pra de 80 aviões, se­gun­do a agên­cia es­ta­tal Ir­na. O pre­si­den­te do Con­se­lho da com­pa­nhia aé­rea do Irã dis­se que ne­gó­cio de dez anos in­clui 50 aviões 737 e 30 ae­ro­na­ves 777 da Bo­eing. Se­gun­do a agên­cia Ir­na, o di­re­tor re­gi­o­nal da Bo­eing Flet­cher Bark­dull de­cla­rou que o acor­do tem va­lor de US$ 16,6 bi­lhões e já foi apro­va­do pe­lo go­ver­no ame­ri­ca­no. Se­rá o mai­or ne­gó­cio en­tre EUA e Irã des­de a re­vo­lu­ção is­lâ­mi­ca de 1979.

Check in de bagagem: lo­go, lo­go, grá­tis só ma­la de mão.

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