Mer­ca­do ajus­ta-se aos ju­ros ame­ri­ca­nos

Jornaldodia - - NEGÓCIOS -

Afe­ta­do pelo au­men­to dos ju­ros ame­ri­ca­no pelo Fe­de­ral Re­ser­ve no dia an­te­ri­or, a Bol­sa de São Pau­lo fe­chou em al­ta de 0,32%, pa­ra 58.396 pon­tos. Em­pre­sas de com­mo­di­ti­es me­tá­li­cas — co­mo Ger­dau, Usi­mi­nas e Va­le — ti­ve­ram um dia al­tas, gra­ças ao avan­ço de 2,93% do preço do mi­né­rio de fer­ro no por­to chi­nês de Qing­dao. Pe­la mes­ma ra­zão (a de­ci­são do Fed), o dó­lar fe­chou em al­ta fren­te ao re­al, acom­pa­nhan­do o mer­ca­do de câm­bio do ex­te­ri­or. O dó­lar co­mer­ci­al su­biu 0,69%, pa­ra R$ 3,3667.

Pré-sal:

1 bi­lhão de bar­ris.

Em no­vem­bro, a pro­du­ção de pe­tró­leo do pré-sal atin­giu 1 bi­lhão de bar­ris, con­tan­do Pe­tro­bras e par­cei­ros, des­de o iní­cio da pro­du­ção co­mer­ci­al, há seis anos, de acor­do com a es­ta­tal. “Es­ta­mos vi­ven­do um mo­men­to de vi­ra­da e não te­mos dú­vi­da da nos­sa imen­sa ca­pa­ci­da­de de re­a­li­za­ção”, dis­se o pre­si­den­te da Pe­tro­bras, Pe­dro Pa­ren­te, du­ran­te so­le­ni­da­de na FPSO Ci­da­de de Itagyaí, na Ba­cia de San­tos. Em no­vem­bro, a pro­du­ção to­tal de pe­tró­leo e gás na­tu­ral foi de 2,86 mi­lhões de bar­ris de óleo equi­va­len­te por dia (bo­ed). A al­ta da pro­du­ção foi de 2% sobre out2016.

Alu­guel:

18ª que­da em 19 me­ses.

Caiu pe­la 18ª vez, em 19 me­ses, o alu­guel de imó­veis em to­do o País, de acor­do com a pes­qui­sa Fi­peZap. A que­da foi de 0,11% em no­vem­bro, na com­pa­ra­ção com ou­tu­bro. Es­se re­cuo, po­rém, foi mais bran­do do que em ou­tu­bro, quan­do a re­tra­ção atin­giu 0,17%. Se­gun­do o le­van­ta­men­to, o re­cuo no acu­mu­la­do do ano che­gou a 3,21%. Em no­vem­bro, no­ve das 11 ci­da­des mo­ni­to­ra­das pe­la pes­qui­sa mos­tra­ram que­das no­mi­nais no preço anun­ci­a­do dos alu­guéis. O Rio de Ja­nei­ro apre­sen­tou o mai­or re­cuo no mês (-0,47%).

Fa­ce­bo­ok ten­ta con­ter notícias fal­sas

Pa­ra re­cu­pe­rar cre­di­bi­li­da­de e fa­ci­li­tar a identificação de notícias fal­sas em seu si­te, o Fa­ce­bo­ok vai lan­çar uma no­va fer­ra­men­ta. Os usuá­ri­os po­de­rão mar­car posts sus­pei­tos. E em­pre­sas ter­cei­ri­za­das vão con­fe­rir as in­for­ma­ções. O Fa­ce­bo­ok já tem par­ce­ri­as com si­tes de che­ca­gem de fa­tos co­mo Sno­pes, ABC News e As­so­ci­a­ted Press. Se­gun­do o Fa­ce­bo­ok, as notícias con­tes­ta­das po­dem ser re­bai­xa­das no fe­ed de notícias. A re­de so­ci­al en­fren­tou crí­ti­cas du­ras por não con­se­guir con­ter notícias fal­sas na cor­ri­da pre­si­den­ci­al dos EUA.

Fox com­pra a bri­tâ­ni­ca Sky

Pa­ra as­su­mir o con­tro­le in­te­gral da bri­tâ­ni­ca Sky, a ame­ri­ca­na Fox, de Ru­pert Mur­do­ch, for­ma­li­zou on­tem uma ofer­ta de US$ 14,6 bi­lhões — £ 10,75 por ação, com pa­ga­men­to in­te­gral em di­nhei­ro. A Fox já con­tro­la­va 39% da Sky. A to­ma­da de con­tro­le aci­o­ná­rio é parte de no­va fa­se de con­so­li­da­ção na mí­dia, pe­la mu­dan­ça nas tec­no­lo­gi­as de dis­tri­bui­ção e nos hábitos de con­su­mo de mí­dia dos es­pec­ta­do­res. Al­guns dos aci­o­nis­tas mi­no­ri­tá­ri­os con­tes­ta­ram a tran­sa­ção, ar­gu­men­tan­do que o va­lor da Sky foi su­bes­ti­ma­do.

Notícias sus­pei­tas: mar­ca­ção pe­los lei­to­res e por ter­cei­ri­za­dos.

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