Per­to do Na­tal, mer­ca­do agi­ta­do.

Jornaldodia - - NEGÓCIOS -

Es­ta é a se­ma­na na qual os Poderes en­tram em re­ces­so de fim de ano. Mas is­so não quer di­zer que o mer­ca­do fi­nan­cei­ro tam­bém bai­xe o rit­mo. Nes­ta se­ma­na, na­da tran­qui­la, se­rá vo­ta­do o pro­je­to da dí­vi­da dos Es­ta­dos [ver ECO­NO­MIA], sai o IPCA15 (pré­via da in­fla­ção) e o Re­la­tó­rio Tri­mes­tral de In­fla­ção do Ban­co Cen­tral (BC). E na 5a-fei­ra os EUA di­vul­gam o PIB do 3º tri­mes­tre, que de­ve su­bir 3,3%, an­te a pré­via an­te­ri­or de 3,2%.

Ce­mig vai tro­car co­man­do

Até 4a-fei­ra, a Ce­mig de­ve de­mi­tir seu pre­si­den­te, Mau­ro Borges, e seu di­re­tor-fi­nan­cei­ro, Fa­bi­a­no Maia. A de­ci­são foi to­ma­da de­pois de o mai­or aci­o­nis­ta da Ce­mig, o go­ver­no do Es­ta­do de Mi­nas Ge­rais, dis­cor­dar do pla­no de re­du­ção da dí­vi­da da em­pre­sa. Pau­lo Cas­tel­la­ri de­ve as­su­mir no lu­gar de Maia. Mas ain­da não há no­me con­fir­ma­do pa­ra a pre­si­dên­cia da es­ta­tal. As mu­dan­ças no co­man­do en­fa­ti­zam co­mo o go­ver­na­dor Fer­nan­do Pi­men­tel (PT), que res­pon­de a acu­sa­ções so­bre fi­nan­ci­a­men­to ile­gal de cam­pa­nhas elei­to­rais, quer re­for­çar a com­pa­nhia, mar­ca­da por um le­ga­do de fal­ta de in­ves­ti­men­tos.

Pe­nhor de bens cres­ce 12%

De ja­nei­ro a ou­tu­bro, o pe­nhor da Cai­xa Econô­mi­ca fez R$ 11 bi­lhões de em­prés­ti­mos em 7,7 mi­lhões de ope­ra­ções — 11,9% a mais do que no mes­mo pe­río­do de 2015. A li­nha de cré­di­to da Cai­xa tem ju­ros de 2,1% ao mês e não pre­ci­sa de aná­li­se ca­das­tral ou ava­lis­ta — mui­tís­si­mo me­lhor do que o ro­ta­ti­vo do car­tão de cré­di­to, de até 15,7% ao mês. Os li­mi­tes de cré­di­to po­dem che­gar a 85% do va­lor da ga­ran­tia e a par­ce­la mí­ni­ma do em­prés­ti­mo é de R$ 50. São acei­tas joi­as, re­ló­gi­os ou ca­ne­tas.

Ter­cei­ra edi­ção do Star­tup Rio

Pa­ra in­cen­ti­var pro­je­tos de em­pre­sas de tec­no­lo­gia, a Fa­perj lan­çou a 3ª edi­ção do Star­tup Rio, pro­gra­ma da Se­cre­ta­ria de Ci­ên­cia & Tec­no­lo­gia. Por meio de edi­tal, o go­ver­no do Es­ta­do do Rio se­le­ci­o­na­rá até 100 pro­pos­tas de star­tups flu­mi­nen­ses que con­tem­plem os seg­men­tos de ser­vi­ços e apli­ca­ti­vos de in­ter­net, tec­no­lo­gi­as sus­ten­tá- veis, ga­mes e mí­di­as di­gi­tais.Com um to­tal de re­cur­sos de R$ 5 mi­lhões, o pro­gra­ma es­ti­pu­la que ca­da um dos até 50 pro­je­tos que pas­sa­rem à se­gun­da fa­se do Star­tup Rio po­de­rá so­li­ci­tar re­cur­sos de até R$ 96 mil.

Mon­te dei Pas­chi ten­ta le­van­tar

5 bi­lhões

Pa­ra evi­tar res­ga­te pe­lo go­ver­no ita­li­a­no, o ban­co Mon­te dei Pas­chi di Si­e­na, o mais an­ti­go do mun­do, vai ofe­re­cer no­vas ações nes­ta se­ma­na, até 5a-fei­ra. A ofer­ta re­ser­va­da pa­ra os atu­ais aci­o­nis­tas e in­ves­ti­do­res de va­re­jo ter­mi­na­rá na 4a-fei­ra. O ob­je­ti­vo é le­van­tar € 5 bi­lhões. A Itá­lia es­tá pron­ta pa­ra in­ter­vir e res­ga­tar o 3º mai­or ban­co do país, ca­so fa­lhe o pla­no de cap­ta­ção. O Mon­te dei Pas­chi di Si­e­na foi fun­da­do em 1472, ou 20 anos an­tes de Cris­tó­vão Co­lom­bo che­gar à Amé­ri­ca.

Mon­te dei Pas­chi di Si­e­na: em 544 anos, a pi­or si­tu­a­ção.

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