Dó­lar abai­xo de R$ 3,20

Jornaldodia - - PAGINA DELANTERA -

Pe­la pri­mei­ra vez em qua­se dois me­ses, o dó­lar fe­chou abai­xo de R$ 3,20. O dó­lar co­mer­ci­al en­cer­rou em bai­xa de 0,65%, a R$ R$ 3,1975. A di­vi­sa se­guiu o mercado in­ter­na­ci­o­nal. No mercado aci­o­ná­rio, com Pe­tro­bras e Va­le em al­ta, o ín­di­ce Bo­ves­pa ga­nhou força. A Bol­sa de S Paulo fe­chou em al­ta de 0,78%, a 62.070 pon­tos, mai­or pa­ta­mar des­de 28nov16. O De­par­ta­men­to de Ener­gia dos EUA anun­ci­ou on­tem que­da nas re­ser­vas ame­ri­ca­nas, o que fa­vo­re­ceu a ele­va­ção de preços da com­mo­dity.

Pe­tró­leo: re­ser­vas ca­em, pre­ço so­be.

Com da­dos se­ma­nais das re­ser­vas de pe­tró­leo nos EUA, os preços da com­mo­dity su­bi­ram on­tem. O De­par­ta­men­to de Ener­gia ame­ri­ca­no apon­tou que­da nos es­to­ques de 7,05 milhões de bar­ris, pa­ra um sal­do de 479 milhões — es­pe­ra­va-se que­da de ape­nas 2,15 milhões. As­sim, o bar­ril do óleo Brent, em Lon­dres, su­biu 0,76%, pa­ra US$ 56,89. Em No­va York, o óleo WTI avan­çou 0,93%, pa­ra US$ 53,76. O mercado tam­bém acom­pa­nha os mo­vi­men­tos pa­ra efe­ti­va­ção do acor­do en­tre Opep e paí­ses de fo­ra do grupo, que deve re­du­zir a pro­du­ção diá­ria em 1,758 mi­lhão de bar­ris.

Sa­que da pou­pan­ça: R$ 41 bi­lhões.

Nas contas da pou­pan­ça, o ano pas­sa­do mos­trou sa­ques lí­qui­dos de R$ 40,701 bi­lhões — 2º pi­or de­sem­pe­nho des­de 1995, se­gun­do o Ban­co Cen­tral (BC). O pi­or de to­dos ocor­reu em 2015, com sa­ques de R$ 53,567 bi­lhões. Em dez2016, en­tre­tan­to, o de­sem­pe­nho me­lho­rou: hou­ve cap­ta­ção lí­qui­da de R$ 10,668 bi­lhões — me­lhor re­sul­ta­do mensal des­de dez2013. Os fa­to­res que ex­pli­cam os sa­ques acu­mu­la­dos já vi­nham do ano an­te­ri­or, co­mo inflação ele­va­da e au­men­to do de­sem­pre­go.

Trump can­ce­la pro­je­tos no Bra­sil, Ín­dia e Ar­gen­ti­na.

A menos de três se­ma­nas de as­su­mir a pre­si­dên­cia dos EUA, Do­nald Trump e su­as or­ga­ni­za­ções can­ce­la­ram as con­ver­sas so­bre pro­je­tos no Bra­sil, na Ín­dia e na Ar­gen­ti­na. No Bra­sil, as or­ga­ni­za­ções Trump pre­ten­di­am cons­truir cin­co torres de es­cri­tó­ri­os no Rio, mas o de­sen­vol­vi­men­to foi tra­va­do por uma investigação de cor­rup­ção — não re­la­ci­o­na­da ao pró­prio Trump. Os en­ten­di­men­tos co­me­ça­ram em 2012, mas a cons­tru­ção se­quer co­me­çou. O ad­vo­ga­do de Trump, Alan Gar­ten, acres­cen­tou que o grupo não vai pros­se­guir com as con­ver­sas “ex­plo­ra­tó­ri­as” so­bre pro­je­tos em Pu­ne, na Ín­dia, e em Bu­e­nos Ai­res, Ar­gen­ti­na.

Fun­ci­o­ná­ri­os tro­ca­dos por com­pu­ta­do­res

Trin­ta e qua­tro fun­ci­o­ná­ri­os da se­gu­ra­do­ra ja­po­ne­sa Fu­ko­ku Mu­tu­al Li­fe se­rão tro­ca­dos por um sis­te­ma de in­te­li­gên­cia ar­ti­fi­ci­al. Os com­pu­ta­do­res vão cal­cu­lar, so­zi­nhos, os pa­ga­men­tos de se­gu­ra­dos. A com­pa­nhia diz que in­ves­ti­rá £ 1,4 mi­lhão (R$ 5,5 milhões) e espera eco­no­mi­zar £ 1 mi­lhão (R$ 3,95 milhões) por ano após a subs­ti­tui­ção pe­los al­go­rit­mos. O sis­te­ma foi de­sen­vol­vi­do a par­tir da pla­ta­for­ma Wat­son, da IBM. Se­gun­do a IBM, seu sis­te­ma re­a­li­za pen­sa­men­tos aná­lo­gos aos hu­ma­nos.

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