Rio: pro­ces­so so­bre re­cur­sos sus­pen­so pe­lo STF.

Jornaldodia - - PAGINA DELANTERA -

Em vis­ta das ne­go­ci­a­ções de acor­do de dí­vi­da en­tre União e Es­ta­do do Rio, a pre­si­den­te do Su­pre­mo Tri­bu­nal Fe­de­ral (STF), mi­nis­tra Cár­men Lú­cia, con­ce­deu li­mi­nar, on­tem, pa­ra pa­ra­li­sar o pro­ces­so do Es­ta­do con­tra o go­ver­no fe­de­ral. As­sim, o STF não de­ve­rá to­mar ne­nhu­ma de­ci­são até que ha­ja (ou não) acor­do. Nos pri­mei­ros di­as do ano, a mi­nis­tra con­ce­deu du­as li­mi­na­res que con­ti­nu­am evi­tan­do o blo­queio de R$ 374 mi­lhões das con­tas do Rio. On­tem, reu­ni­ram-se o mi­nis­tro Hen­ri­que Mei­rel­les, Fa­zen­da, e o go­ver­na­dor do Rio, Luiz Fer­nan­do Pe­zão. Um pla­no pa­ra re­cu­pe­ra­ção fis­cal de­ve ser apre­sen­ta­do ama­nhã.

Pi­or mo­vi­men­to do In­fla­ção pre­vis­ta va­re­jo em 16 anos nes­te ano: 4,81%.

Que­da his­tó­ri­ca no va­re­jo de to­do o País foi apon­ta­da on­tem pe­lo In­di­ca­dor Se­ra­sa Ex­pe­ri­an de Ati­vi­da­de do Co­mér­cio. O mo­vi­men­to de con­su­mi­do­res caiu 6,6% no ano pas­sa­do, so­bre 2015. Foi o pi­or re­sul­ta­do em 16 anos, su­plan­tan­do a que­da de 4,9% em 2002, pela cri­se do ra­ci­o­na­men­to de ener­gia. Se­gun­do a Se­ra­sa Ex­pe­ri­an, as di­fi­cul­da­des dos con­su­mi­do­res de­ve­ram-se a ju­ros al­tos nos cre­diá­ri­os, de­sem­pre­go em al­ta e con­fi­an­ça ain­da de­pri­mi­da. A mai­or re­tra­ção do con­su­mi­dor em 2016 ocor­reu no seg­men­to de veí­cu­los, mo­tos e pe­ças, que caiu 13%. Vol­tou a cair, en­tre ana­lis­tas do bo­le­tim Fo­cus, do Ban­co Cen­tral, a ex­pec­ta­ti­va de in­fla­ção pa­ra es­te ano. A me­di­a­na das es­ti­ma­ti­vas saiu de 4,87%, na se­ma­na pas­sa­da, pa­ra 4,81%. Há um mês, a pro­je­ção era de 4,90%. Pa­ra 2016, es­pe­ra-se que o IPCA su­ba 6,35%, em vez de 6,38%, abai­xo, por­tan­to, do te­to da me­ta pa­ra o ano, de 6,5%. A es­ti­ma­ti­va pa­ra a Se­lic ao fim de 2017 se­gue em 10,25%. Ama­nhã, o Co­mi­tê de Po­lí­ti­ca Mo­ne­tá­ria (Co­pom), do BC, de­ci­de so­bre o ju­ro bá­si­co da eco­no­mia.

Ba­lan­ça: su­pe­rá­vit de US$ 222M.

Na pri­mei­ra se­ma­na do ano, a ba­lan­ça co­mer­ci­al re­gis­trou su­pe­rá­vit de US$ 222 mi­lhões, se­gun­do o Mi­nis­té­rio do De­sen­vol­vi­men­to (MDIC). En­tre os di­as 01 e 08jan17, com cin­co di­as úteis, as ex­por­ta­ções to­ta­li­za­ram US$ 3,021 bi­lhões, e as im­por­ta­ções, US$ 2,799 bi­lhões. A mé­dia diá­ria das ven­das ex­ter­nas cres­ceu 6,5% an­te jan2016, pe­lo au­men­to nas ven­das de pro­du­tos se­mi­ma­nu­fa­tu­ra­dos.

De­sem­pre­go es­tá­vel na zo­na do eu­ro

Fi­cou es­tá­vel em 9,8% a ta­xa de de­sem­pre­go na zo­na do eu­ro em nov2016, se­gun­do a Eu­ros­tat, agên­cia de es­ta­tís­ti­cas da União Eu­ro­peia (UE). A Gré­cia re­gis­tra o mai­or nú­me­ro de de­sem­pre­ga­dos dos 19 paí­ses da re­gião, com 23,1% (nú­me­ro de se­tem­bro), se­gui­da da Es­pa­nha, com 19,2% em no­vem­bro. O de­sem­pre­go au­men­tou no pe­río­do no Chi­pre (14,2%) e na Itá­lia (11,9%), en­quan­to bai­xou em Por­tu­gal a 10,5%. A pri­mei­ra eco­no­mia da zo­na do eu­ro, a Ale­ma­nha, se­gue com o nú­me­ro mais bai­xo de pes­so­as de­sem­pre­ga­das, 4,1% em no­vem­bro. A Fran­ça con­fir­mou sua ten­dên­cia à bai­xa ini­ci­a­da em set2016, com 9,5%.

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