Acor­do com o Rio po­de ser re­pli­ca­do pa­ra ou­tros Es­ta­dos

Jornaldodia - - PAGINA DELANTERA -

O acor­do en­tre a equi­pe econô­mi­ca e o go­ver­no do Rio, anun­ci­a­do na 2a-fei­ra, de­ve ser sub­me­ti­da ho­je à ava­li­a­ção do pre­si­den­te Mi­chel Te­mer. Pre­vê re­du­ção de jor­na­da e de sa­lá­ri­os de ser­vi­do­res es­ta­du­ais. Es­sa me­di­da de­pen­de de o Su­pre­mo der­ru­bar li­mi­nar que im­pe­de a re­du­ção de jor­na­da. Po­de ser re­pli­ca­do pa­ra ou­tros Es­ta­dos, co­mo Mi­nas Ge­rais e Rio Gran­de do Sul. Ao lon­go de 2016, o go­ver­no fe­de­ral hon­rou R$ 2,2 bi­lhões em dí­vi­das do Es­ta­do do Rio, se­gun­do Re­la­tó­rio Qu­a­dri­mes­tral de Ga­ran­ti­as da União, di­vul­ga­do pe­lo Te­sou­ro.

O Bra­sil vai cres­cer 0,5%, se­gun­do o Ban­co Mun­di­al.

Nas pre­vi­sões do Ban­co Mun­di­al pa­ra a Amé­ri­ca La­ti­na, di­vul­ga­das on­tem, o Bra­sil de­ve cres­cer 0,5% es­te ano — à fren­te, ape­nas, do Hai­ti (0,6%), do Equa­dor (-2,9%) e da Ve­ne­zu­e­la (-4,3%). Tam­bém en­tre os Brics, o Bra­sil es­tá em úl­ti­mo lu­gar. A Rús­sia de­ve­rá cres­cer 1,5%. A Chi­na, 6,5%. E a Ín­dia, 7,6%. A Áfri­ca do Sul de­ve­rá ter cres­ci­men­to do PIB de 1,1%. O Bra­sil é o úni­co que es­tá abai­xo de 1%. Pa­ra o mun­do a pro­je­ção é de al­ta de 2,7%. Ho­je, o pre­si­den­te Mi­chel Te­mer reú­ne nú­cle­os do go­ver­no pa­ra ten­tar re­to­mar as gran­des obras do Pro­gra­ma de Ace­le­ra­ção do Cres­ci­men­to (PAC). Na se­ma­na pas­sa­da, Te­mer pe­diu ao mi­nis­tro do Pla­ne­ja­men­to, Dyo­go Oli­vei­ra, que lis­tas­se as obras do PAC de mai­or im­por­tân­cia, que es­tão ou pa­ra­li­sa­das ou an­dan­do len­ta­men­te. O ob­je­ti­vo é que se­jam es­ta­be­le­ci­das pri­o­ri­da­des de exe­cu­ção até 2018, qu­an­do en­cer­ra seu go­ver­no. Quan­to a re­cur­sos, ca­be­rá ao Mi­nis­té­rio da Fa­zen­da si­na­li­zar o que se­rá pos­sí­vel le­var adi­an­te fren­te às ne­ces­si­da­des apre­sen­ta­das.

Va­re­jo cai 3,5% Te­mer quer re­to­mar em um ano obras do PAC

Avançaram 2% as ven­das do va­re­jo em no­vem­bro, so­bre ou­tu­bro — foi a pri­mei­ra al­ta de­pois de qua­tro me­ses em que­da; de ja­nei­ro a no­vem­bro de 2016, as ven­das caí­ram 6,4%. So­bre nov2015, o se­tor re­cu­ou 3,5%, 20ª ta­xa ne­ga­ti­va se­gui­da nes­se ti­po de com­pa- ra­ção. Cin­co dos oi­to se­to­res avançaram em no­vem­bro. Hi­per­mer­ca­dos, su­per­mer­ca­dos, pro­du­tos ali­men­tí­ci­os, be­bi­das e fu­mo: es­te se­tor su­biu 0,9% e foi a prin­ci­pal in­fluên­cia po­si­ti­va. En­tre as ati­vi­da­des em que­da, des­ta­ca-se o seg­men­to de te­ci­dos, ves­tuá­rio e cal­ça­dos: per­da de 1,5%.

No­va que­da do em­pre­go na cons­tru­ção ci­vil

Pe­lo 26º mês se­gui­do, o em­pre­go na cons­tru­ção ci­vil vol­tou a cair. O ní­vel de em­pre­go re­gis­trou que­da de 14,5% no acu­mu­la­do de 12 me­ses até nov2016, se­gun­do da­dos do Sin­di­ca­to da In­dús­tria da Cons­tru­ção Ci­vil do Es­ta­do de São Pau­lo (Sin­dus­Con-SP) em par­ce­ria com a Fun­da­ção Ge­tu­lio Var­gas (FGV). Até nov2016, hou­ve um sal­do ne­ga­ti­vo de 437 mil pos­tos de tra­ba­lho. A de­te­ri­o­ra­ção do mer­ca­do de tra­ba­lho afe­tou qua­se to­das as re­giões do Bra­sil: os pi­o­res re­sul­ta­dos fo­ram ano­ta­dos no Nor­te (-3,71%) e no Cen­tro-Oes­te (-2,67%).

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