Le­ve al­ta na Bol­sa

Jornaldodia - - NEGÓCIOS -

Le­ve al­ta, pu­xa­da por Va­le e Embraer, mar­cou o pre­gão de on­tem na Bol­sa de S Pau­lo. O ín­di­ce Bo­ves­pa fe­chou em va­lo­ri­za­ção de 0,63%, a 62.014 pon­tos, com gi­ro de R$ 4,7 bi­lhões, abai­xo da mé­dia — pi­or ain­da para um dia de ven­ci­men­to de op­ções. De acor­do com ana­lis­tas, a re­du­ção do gi­ro é re­fle­xo da cau­te­la do in­ves­ti­dor em as­su­mir po­si­ções de lon­go pra­zo di­an­te da cri­se política. No mer­ca­do de câm­bio, o dó­lar co­mer­ci­al fe­chou es­tá­vel, co­ta­do a R$ 3,2887. Os in­ves­ti­do­res em câm­bio se­guem à es­pe­ra de des­do­bra­men­tos da cri­se política.

Cai­xa sus­pen­de li­nha ba­ra­ta para imó­veis

Mais uma vez, a Cai­xa Econô­mi­ca Fe­de­ral sus­pen­deu no­vas con­tra­ta­ções da li­nha Pró-Co­tis­ta para imó­veis — a de cré­di­to mais ba­ra­to do mer­ca­do. Se­gun­do a Cai­xa, não há re­cur­sos dis­po­ní­veis; foi atin­gi­da a me­ta para to­do o exer­cí­cio de 2017. A li­nha fi­nan­cia a com­pra de imó­veis de até R$ 950 mil nos Estados de SP, RJ e Mg, e de até R$ 800 mil nos de­mais Estados, com ju­ro de 8,61% ao ano.

O fim do e—Se­dex dos Cor­rei­os

Des­de on­tem, não exis­te mais o ser­vi­ço de e-Se­dex dos Cor­rei­os — ser­vi­ço de en­co­men­da ex­pres­sa para pro­du­tos ad­qui­ri­dos pela in­ter­net, com até 15 kg. Os pre­ços eram me­no­res para as lo­jas on­li­ne e a en­tre­ga era fei­ta em até três di­as. Se­gun­do os Cor­rei­os, da­qui em di­an­te as pos­ta­gens de en­co­men­das deverão ser re­a­li­za­das por Se­dex ou PAC. A medida des­ti­na-se a re­du­zir os pre­juí­zos da es­ta­tal, de R$ 4 bi­lhões nos úl­ti­mos dois anos. Os Cor­rei­os pros­se­guem com a im­plan­ta­ção de um no­vo ser­vi­ço vol­ta­do às en­tre­gas de mer­ca­do­ri­as com­pra­das via in­ter­net, o Cor­rei­os Log. Não há pre­vi­são de qu­an­do o no­vo ser­vi­ço en­tra­rá em ope­ra­ção.

Pe­tro­bras pro­duz 3,9% a mais

Em maio, a pro­du­ção de pe­tró­leo da Pe­tro­bras no País atingiu 2,18 mi­lhões de bar­ris por dia — al­ta de 3,9% an­te abril, se­gun­do a es­ta­tal. Já a pro­du­ção total de pe­tró­leo e gás so­mou 2,8 mi­lhões de bar­ris de óleo equi­va­len­te por dia (bo­ed) — 2,68 mi­lhões bo­ed no Bra­sil e 120 mil bo­ed no ex­te­ri­or. A com­pa­nhia des­ta­cou que o re­sul­ta­do de­ve-se prin­ci­pal­men­te ao início da pro­du­ção de mais um pro­je­to no Sul do cam­po de Lu­la, na Ba­cia de Santos, com a pla­ta­for­ma P-66, e a en­tra­da de um no­vo po­ço pro­du­tor no cam­po Mar­lim Sul, na Ba­cia de Cam­pos.

Che­vron ven­ce ação con­tra Equa­dor

De­ci­são da Su­pre­ma Cor­te dos EUA deu on­tem ga­nho de cau­sa à pe­tro­lei­ra Che­vron con­tra o Equa­dor. Sen­ten­ça pro­fe­ri­da no Equa­dor — que con­de­na­va a Che­vron a pa­gar in­de­ni­za­ção de US$ 9,5 bi­lhões — foi con­si­de­ra­da pro­du­to de frau­de e ex­tor­são. O ca­so se re­fe­re a su­pos­tos da­nos am­bi­en­tais pro­vo­ca­dos pela pro­du­ção de pe­tró­leo em área no Equa­dor ope­ra­da pela Te­xa­co, pe­tro­lei­ra tam­bém ame­ri­ca­na ad­qui­ri­da pela Che­vron em 2001.

e-Se­dex: sus­pen­são do ser­vi­ço para re­du­zir pre­juí­zos.

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