Mo­e­das emer­gen­tes per­dem

Jornaldodia - - NEGÓCIOS -

A for­ça das mo­e­das eu­ro­pei­as de­ter­mi­nou on­tem o en­fra­que­ci­men­to das di­vi­sas de paí­ses emer­gen­tes, en­tre eles o Bra­sil. Aqui, a al­ta do dólar foi sus­ten­ta­da ain­da pe­la in­cer­te­za, fis­cal e po­lí­ti­ca. No fe­cha­men­to, o dólar co­mer­ci­al su­biu 0,70%, a R$ 3,3069. Na Bol­sa de S Pau­lo, ajus­tes téc­ni­cos à vés­pe­ra do fim do se­mes­tre fi­ze­ram com que o ín­di­ce Bo­ves­pa des­co­las­se do mau hu­mor dos mer­ca­dos in­ter­na­ci­o­nais. A Bol­sa fe­chou on­tem em al­ta de 0,36%, a 62.239 pon­tos e gi­ro de R$ 6,09 bi­lhões. A apro­va­ção da re­for­ma tra­ba­lhis­ta no Se­na­do deu fô­le­go extra ao ín­di­ce.

Ven­das de su­per­mer­ca­dos so­bem no ano, ca­em no mês.

Em maio, as ven­das em valores do se­tor de su­per­mer­ca­dos caí­ram 6,96% na com­pa­ra­ção com abr2017, e re­gis­tra­ram al­ta de 1,06% em re­la­ção a mai2016. Os nú­me­ros são do Ín­di­ce Na­ci­o­nal de Ven­das da As­so­ci­a­ção Bra­si­lei­ra de Su­per­mer­ca­dos (Abras). “Nos úl­ti­mos dois me­ses o Ca­ged [Ca­das­tro Ge­ral de Em­pre­ga­dos e De­sem­pre­ga­dos] re­gis­trou au­men­to nos pos­tos de tra­ba­lho e a in­fla­ção tam­bém tem se man­ti­do bai­xa, fa­to­res que in­flu­en­ci­am di­re­ta­men­te no re­sul­ta­do do se­tor. Mas sa­be­mos que o mo­men­to ain­da é de cau­te­la”, dis­se o pre­si­den­te da Abras, João San­zo­vo Ne­to.

Adi­a­da re­no­va­ção de con­tra­tos de te­le­fo­nia

Es­tá adi­a­da, mais uma vez, a re­no­va­ção dos con­tra­tos de con­ces­são de te­le­fo­nia — pre­vis­tos pa­ra re­no­va­ção em 2015. Em ofí­cio ao mi­nis­tro Gil­ber­to Kas­sab, Co­mu­ni­ca­ções, o pre­si­den­te da Agência Na­ci­o­nal de Telecomunicações (Ana­tel), Juarez Qu­a­dros, in­for­mou que as te­les não con­cor­da­ram em pa­gar R$ 3,5 bi­lhões pa­ra re­no­va­ção dos con­tra­tos. O va­lor, se­gun­do Qu­a­dros, de­cor­re de me­tas de in­ves­ti­men­tos ain­da não re­a­li­za­das in­te­gral­men­te e tam­bém de no­vas me­tas.

Cai­xa vai re­to­mar fi­nan­ci­a­men­to

Nos pró­xi­mos di­as, dis­se on­tem o pre­si­den­te da Cai­xa Econô­mi­ca Fe­de­ral, Gil­ber­to Oc­chi, se­rá res­ta­be­le­ci­da a li­nha Pró-Co­tis­ta de cré­di­to imo­bi­liá­rio, com re­cur­sos do FGTS. Es­sa li­nha fi­nan­cia com­pra de imó­veis de até R$ 950 mil nos Es­ta­dos de SP, RJ e MG, e de até 800 mil nos ou­tros Es­ta­dos. É a li­nha de em­prés­ti­mo ha­bi­ta­ci­o­nal mais ba­ra­ta de­pois do Mi­nha Ca­sa Mi­nha Vida. As con­tra­ta­ções da pró-co­tis­ta es­ta­vam sus­pen­sas des­de maio.

Mais US$ 53M pa­ra a Mo­vi­le

No­va ro­da­da de in­ves­ti­men­tos, de US$ 53 mi­lhões, foi fei­to pe­la sul-afri­ca­na Nas­pers e pe­la In­no­va Ca­pi­tal (Jor­ge Pau­lo Le­mann) pa­ra a Mo­vi­le. A bra­si­lei­ra Mo­vi­le é uma em­pre­sa de apli­ca­ti­vos. Do­na de apps como PlayKids, iFo­od e Su­per­player, a em­pre­sa usa­rá o in­ves­ti­men­to pa­ra am­pli­ar seus ne­gó­ci­os — em es­pe­ci­al no no­vo apli­ca­ti­vo Ra­pid­do, que vem sen­do tes­ta­do em Cam­pi­nas SP. Se­gun­do Mau­ro Pi­az­za, di­re­tor da Ra­pid­do, o no­vo app quer jun­tar em um lu­gar só uma sé­rie de ser­vi­ços que a Mo­vi­le ofe­re­ce e tam­bém de ou­tras em­pre­sas.

Mau­ro Pi­az­za, da Ra­pid­do: con­so­li­da­ção de ser­vi­ços de en­tre­ga.

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