Bol­sa em le­ve al­ta, afe­ta­da por EUA.

Jornaldodia - - NEGÓCIOS -

Le­ve al­ta de 0,03% man­te­ve o ín­di­ce Bo­ves­pa da Bol­sa de S Pau­lo em 72.150. O Ibo­ves­pa che­gou a 73.179 pon­tos, mas per­deu for­ça com o ce­ná­rio ex­ter­no; as Bol­sas dos EUA am­pli­a­ram su­as per­das. O mer­ca­do tam­bém se­gue aten­to ao Con­grs­so, di­an­te das vo­ta­ções das me­tas de dé­fi­cit fis­cal. As ações da JBS li­de­ra­ram as bai­xas (mais de 8%) de­pois do pe­di­do de in­ves­ti­ga­ção do Mi­nis­té­rio Pu­bli­co [ver PO­LÍ­TI­CA]. O dó­lar, por sua vez, fe­chou em que­da, com os in­ves­ti­do­res ani­ma­dos com a pos­si­bi­li­da­de de o acor­do de de­la­ção dos exe­cu­ti­vos da JBS ser can­ce­la­do. A mo­e­da ame­ri­ca­na fe­chou com que­da de 0,57%, a R$ 3,1191.

Res­sar­ci­men­to da pou­pan­ça: no­va dis­cus­são.

Es­ta­va qua­se cer­to um acor­do pa­ra res­sar­ci­men­to de per­das da pou­pan­ça com pla­nos econô­mi­cos dos anos 1980 e 1990. Mas os ban­cos pe­di­ram ou­tra ro­da­da de con­ver­sas à Ad­vo­ca­cia-Ge­ral da União (AGU). No­va reu­nião de­ve ser agen­da­da pa­ra a se­ma­na que vem. En­tre os te­mas de­ba­ti­dos du­ran­te reu­nião de on­tem es­tá o pra­zo de ade­são pa­ra quem tem ações in­di­vi­du­ais. A ideia se­ria dar seis me­ses, mas a Fe­bra­ban con­si­de­ra mui­to. Ain­da há a dis­cus­são so­bre a o ju­ro de mo­ra, que afe­ta o vo­lu­me de re­cur­sos, que os­ci­la­ri­am en­tre R$ 8 bi­lhões e R$ 16 bi­lhões.

Lu­cro da Cai­xa mais que do­bra

No 1º se­mes­tre, o lu­cro da Cai­xa Econô­mi­ca Fe­de­ral che­gou a R$ 4,1 bi­lhões — mais do que o do­bro do que no mes­mo in­ter­va­lo no ano pas­sa­do (R$ 1,9 bi­lhão). Os nú­me­ros es­tão no si­te do Banco Cen­tral: a di­vul­ga­ção ofi­ci­al sai na pró­xi­ma se­ma­na. A car­tei­ra de cré­di­to to­ta­li­zou R$ 703,7 bi­lhões em ju­nho, 3,54% mai­or que na pri­mei­ra me­ta­de de 2016. So­bre mar­ço, o sal­do dos em­prés­ti­mos te­ve le­ve al­ta de 0,20%. Os ati­vos to­tais fo­ram a R$ 1,277 tri­lhão no 1º se­mes­tre, au­men­to de 5,2% an­te idên­ti­co in­ter­va­lo de 2016, de R$ 1,214 tri­lhão.

Ce­lu­la­res aju­dam cres­ci­men­to da in­ter­net

Qua­se to­do o cres­ci­men­to do nú­me­ro de do­mi­cí­li­os co­nec­ta­dos no Bra­sil de­veu­se a co­ne­xões mó­veis, de acor­do com a pesquisa TIC Do­mi­cí­li­os. No ano pas­sa­do, 9,3 mi­lhões de re­si­dên­ci­as dis­pu­nham de co­ne­xões mó­veis. Em 2012, eram 5 mi­lhões. Ao to­do, 54% dos do­mi­cí­li­os e 61% dos bra­si­lei­ros com 10 anos ou mais já es­tão na in­ter­net. De acor­do com a pesquisa, 43% dos usuá­ri­os usa­vam só o ce­lu­lar pa­ra aces­sar a in­ter­net (eram 20% em 2014), en­quan­to 6% usam só o com­pu­ta­dor.

Pro­du­ção in­dus­tri­al sur­pre­en­de

Da­dos da Pesquisa In­dus­tri­al Men­sal, di­vul­ga­dos on­tem pe­lo IBGE, apon­tam que em ju­lho a pro­du­ção de ma­nu­fa­tu­ra­dos su­biu 0,8% so­bre o mês an­te­ri­or. Foi uma sur­pre­sa: ana­lis­tas acre­di­ta­vam que a al­ta não se­ria mai­or do que 0,4%. So­bre o mes­mo pe­río­do de 2016, a pro­du­ção su­biu 2,5% — ou­tro efei­to sur­pre­en­den­te, uma vez que o mer­ca­do es­pe­ra­va 1,80%. No acu­mu­la­do em 12 me­ses, no en­tan­to, a in­dús­tria ain­da apre­sen­ta que­da: 1,1%.

Smartpho­nes: 9,3 mi­lhões de co­ne­xões mó­veis.

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