De­mis­são de ser­vi­do­res por in­su­fi­ci­ên­cia

Jornaldodia - - ECONOMIA -

No­vas re­gras pa­ra de­mis­são de ser­vi­do­res pú­bli­cos es­tá­veis fo­ram apro­va­das on­tem pe­la Co­mis­são de Cons­ti­tui­ção e Jus­ti­ça (CCJ) do Se­na­do. A no­va me­di­da pre­vê de­mis­são por “in­su­fi­ci­ên­cia de de­sem­pe­nho”, se­gun­do o pro­je­to da se­na­do­ra Ma­ria do Car­mo Alves (DEM-SE). Po­de ser vá­li­do pa­ra to­dos os Po­de­res, em to­dos os ní­veis. Pe­lo tex­to, o de­sem­pe­nho fun­ci­o­nal dos ser­vi­do­res de­ve­rá ser apu­ra­do anu­al­men­te por uma co­mis­são ava­li­a­do­ra e le­var em con­ta, en­tre ou­tros fa­to­res, a pro­du­ti­vi­da­de e a qua­li­da­de do ser­vi­ço. Te­rá de ser ga­ran­ti­da am­pla de­fe­sa.

Por que o BNDES não po­de de­vol­ver di­nhei­ro ao Te­sou­ro

Se­ria “ma­te­ri­al­men­te mui­to im­pro­vá­vel” a de­vo­lu­ção de to­do o di­nhei­ro exi­gi­do do BNDES pe­lo Te­sou­ro em 2018. O comentário foi fei­to pe­lo pre­si­den­te do BNDES, Pau­lo Ra­bel­lo de Cas­tro, on­tem, du­ran­te even­to na Câ­ma­ra de Co­mér­cio Ára­be-Bra­si­lei­ra, em São Pau­lo. O go­ver­no pe­diu ao BNDES que de­vol­va an­te­ci­pa­da­men­te R$ 180 bi­lhões de em­prés­ti­mos. O ban­co se com­pro­me­teu a pa­gar R$ 33 bi­lhões já. Ou­tros R$ 17 bi­lhões po­de­ri­am en­trar até o fim do ano. Res­ta­ri­am, as­sim, R$ 130 bi­lhões.

Cai o cus­to da ces­ta bá­si­ca

Vin­te das 21 ca­pi­tais bra­si­lei­ras re­gis­tra­ram me­nor cus­to da ces­ta bá­si­ca em set2017, se­gun­do o De­par­ta­men­to In­ter­sin­di­cal de Es­ta­tís­ti­ca e Es­tu­dos So­ci­e­conô­mi­cos (Di­e­e­se). As re­du­ções mais ex­pres­si­vas ocor­re­ram no Nor­des­te: Ma­ceió (-5,22%), For­ta­le­za (-4,85%) e João Pes­soa (-4,62%). A úni­ca al­ta foi em Cam­po Gran­de (1,17%). A ces­ta bá­si­ca mais ca­ra é a de Por­to Ale­gre, R$ 436,68, se­gui­da por São Pau­lo (R$ 421,02) e Flo­ri­a­nó­po­lis (R$ 419,17). Já as mais ba­ra­tas são as de Sal­va­dor (R$ 318,52), Na­tal (R$ 323,90) e Re­ci­fe (R$ 328,63).

51 mil va­gas pa­ra o fim des­te ano

Nes­te fi­nal de ano, co­mér­cio e ser­vi­ços de­vem cri­ar ape­nas 51 mil va­gas ex­tras, se­gun­do o Ser­vi­ço de Pro­te­ção ao Cré­di­to (SPC Bra­sil) e da Con­fe­de­ra­ção Na­ci­o­nal de Di­ri­gen­tes Lo­jis­tas (CNDL). E ain­da is­so po­de ser mui­to oti­mis­ta. Pe­la mes­ma pes­qui­sa, 82% dos em­pre­sá­ri­os dis­se­ram que não de­vem re­for­çar o qua­dro de fun­ci­o­ná­ri­os pa­ra o fim do ano, o que apon­ta, se­gun­do as en­ti­da­des, que o pe­río­do ain­da não de­ve ser to­tal­men­te po­si­ti­vo pa­ra os se­to­res. O vo­lu­me de ven­das de­ve cres­cer 1% es­te ano na com­pa­ra­ção com 2016, apon­ta­ram os em­pre­sá­ri­os.

Mer­co­sul-UE: ne­go­ci­a­ções, só em no­vem­bro.

De­pois de ofer­ta mal re­ce­bi­da pe­lo Mer­co­sul, as ne­go­ci­a­ções de aces­so a mer­ca­dos de car­nes e eta­nol da União Eu­ro­peia (UE) fi­ca­ram pa­ra no­vem­bro. Os ne­go­ci­a­do­res, ora em Bra­sí­lia, con­fir­ma­ram que a ofer­ta fi­nal pa­ra os dois se­to­res é de 70 mil to­ne­la­das de car­ne e 600 mil to­ne­la­das de eta­nol por ano — in­fe­ri­o­res aos ofe­re­ci­dos em 2004: 100 mil to­ne­la­das de car­ne e 1 mi­lhão de to­ne­la­das de eta­nol — e fo­ram con­si­de­ra­dos “de­cep­ci­o­nan­tes” pe­lo agro­ne­gó­cio bra­si­lei­ro.

Ces­ta bá­si­ca: a mais barata é a de Sal­va­dor, R$ 318,52.

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