Dó­lar mais que de­vol­ve va­lo­ri­za­ção

Jornaldodia - - NEGÓCIOS -

Mai­or que­da des­de mai2017 — de­pois da divulgação da gra­va­ção de Jo­es­ley Ba­tis­ta com o pre­si­den­te Te­mer —, o dó­lar co­mer­ci­al caiu on­tem 1,44%, a R$ 3,2587. Mais que de­vol­veu a al­ta de 1,28% da se­ma­na pas­sa­da. No mer­ca­do, há ava­li­a­ções tan­to de que o dó­lar po­de ter che­ga­do a seu pi­co quan­to de que a ten­dên­cia ain­da é de al­ta. O ín­di­ce Bo­ves­pa da Bol­sa SP re­to­mou os 74 mil pon­tos, gra­ças à al­ta de com­mo­di­ti­es. O ín­di­ce en­cer­rou em al­ta de 0,53%, a 74.311 pon­tos e gi­ro financeiro de R$ 7,10 bi­lhões.

Ele­tro­brás: pri­va­ti­za­ção por pro­je­to de lei.

Em dis­cus­são on­tem na cú­pu­la do go­ver­no, a pri­va­ti­za­ção da Ele­tro­brás to­mou ou­tro ru­mo: o pre­si­den­te Te­mer quer pro­mo­ver a de­ses­ta­ti­za­ção por pro­je­to de lei. A ex­pec­ta­ti­va é que o go­ver­no ar­re­ca­de cer­ca de R$ 12 bi­lhões com a ven­da da com­pa­nhia. Em even­to na Es­pa­nha, o mi­nis­tro Dyo­go Oli­vei­ra, Pla­ne­ja­men­to, anun­ci­ou que o go­ver­no de­ve di­mi­nuir sua par­ti­ci­pa­ção na Ele­tro­brás pa­ra me­nos de 40%. E que a ofer­ta de ações em Bol­sa po­de co­me­çar já no 1º se­mes­tre de 2018.

Um fun­do pa­ra pri­va­ti­za­ções

Crí­ti­co do vo­lu­me das re­ser­vas in­ter­na­ci­o­nais, o pre­si­den­te do BNDES, Pau­lo Ra­bel­lo de Cas­tro, propôs on­tem o uso des­ses re­cur­sos pa­ra com­por um fun­do pa­ra pri­va­ti­za­ções de es­ta­tais. Segundo ele, o fun­do po­de­ria atu­ar em uma pri­mei­ra eta­pa de pri­va­ti­za­ções, com­pran­do fa­ti­as nas em­pre­sas e aju­dan­do a pre­pa­rar su­as ges­tões pa­ra a ven­da pos­te­ri­or a um só­cio pri­va­do. A pro­pos­ta foi fei­ta di­an­te de em­pre­sá­ri­os em fó­rum pro­mo­vi­do pe­la re­vis­ta Exa­me. Segundo Cas­tro, o vo­lu­me das re­ser­vas in­ter­na­ci­o­nais bra­si­lei­ras che­gam ho­je a US$ 400 bi­lhões.

Oi: Anatel quer ana­li­sar pro­pos­ta.

Com dí­vi­das de R$ 65,4 bi­lhões, a ope­ra­do­ra de te­le­fo­nia Oi pas­sa­rá a ter um re­pre­sen­tan­te da Agên­cia Na­ci­o­nal de Te­le­co­mu­ni­ca­ções (Anatel) nas reuniões de di­re­to­ria. A in­for­ma­ção é do pre­si­den­te da agên­cia, Ju­a­rez Qu­a­dros. Com a de­ci­são, a Anatel pas­sa­rá a mo­ni­to­rar a pro­pos­ta de apoio ao pla­no de re­cu­pe­ra­ção ju­di­ci­al a ser ofe­re­ci­da aos de­ten­to­res de tí­tu­los da com­pa­nhia. De acor­do com Qu­a­dros, a Anatel pre­ci­sa co­nhe­cer os ter­mos da pro­pos­ta de re­cu­pe­ra­ção ju­di­ci­al pa­ra ana­li­sar se ela não pro­vo­ca­ria pre­juí­zos pa­ra a sociedade.

Pri­são de prín­ci­pe sau­di­ta de­ve in­flu­en­ci­ar mer­ca­do

Pre­so no sá­ba­do com ou­tros dez prín­ci­pes da Ará­bia Sau­di­ta e mi­nis­tros, o prín­ci­pe Alwa­le­ed bin Ta­lal de­ve in­flu­en­ci­ar o mer­ca­do, segundo ana­lis­tas. Ta­lal con­tro­la o ban­co de in­ves­ti­men­tos King­don Hol­ding e tem ações de gran­des em­pre­sas co­mo Ci­ti­group, News Corp, Ap­ple e Twit­ter. Re­cen­te­men­te, o prín­ci­pe Alwa­le­ed deu en­tre­vis­tas que de­sa­gra­da­ram o go­ver­no de Ri­ad. Em uma de­las, re­ve­la­va pla­nos do go­ver­no de ven­der ações da es­ta­tal de pe­tró­leo sau­di­ta, Aram­co. Ele tam­bém te­ve de­sen­ten­di­men­tos pú­bli­cos com o pre­si­den­te Trump.

Prín­ci­pe Alwa­le­ed bin Ta­lal: ações de gran­des em­pre­sas.

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