Re­for­ma da Pre­vi­dên­cia: ida­de mí­ni­ma fi­ca.

Jornaldodia - - ECONOMIA -

Re­la­tor da re­for­ma da Pre­vi­dên­cia, Arthur Maia ini­ci­ou on­tem uma en­tre­vis­ta, pou­co an­tes do en­cer­ra­men­to do mer­ca­do fi­nan­cei­ro. O de­pu­ta­do dis­se que o go­ver­no de­ve se reu­nir ho­je para es­tu­dar con­ces­sões no pro­je­to de Pre­vi­dên­cia e que elas de­vem ser mí­ni­mas. Tam­bém afir­mou que o go­ver­no es­tá co­e­so em re­la­ção à ida­de mí­ni­ma para apo­sen­ta­do­ria. Is­so in­ver­teu a ten­dên­cia na Bol­sa SP [ver NE­GÓ­CI­OS]. O pre­si­den­te da Câ­ma­ra, Ro­dri­go Maia (DEM-RJ), dis­se que “não há vo­to” para apro­var a re­for­ma. Lí­de­res dis­se­ram que nem uma ver­são de­si­dra­ta­da pas­sa.

TCU quer 11 obras pa­ra­das

Por in­dí­ci­os de ir­re­gu­la­ri­da­des, o Tri­bu­nal de Con­tas da União (TCU) re­co­men­dou ao Con­gres­so a pa­ra­li­sa­ção de 11 obras. En­tre elas es­tão a cons­tru­ção da Usi­na Nu­cle­ar de An­gra 3, no Rio, além de ro­do­vi­as e ou­tras obras de in­fra­es­tru­tu­ra, co­mo a cons­tru­ção da BR-235 (Bahia) e da BR040 (Rio) e do Ca­nal do Ser­tão, em Ala­go­as, que in­te­gra a trans­po­si­ção do rio São Fran­cis­co. No to­tal, fo­ram iden­ti­fi­ca­das ir­re­gu­la­ri­da­des gra­ves em 72 obras fe­de­rais, das 94 obras que fo­ram fis­ca­li­za­das nes­te ano.

Pro­du­ção da in­dús­tria: 3,1%.

No 3º tri­mes­tre, a pro­du­ção in­dus­tri­al bra­si­lei­ra cres­ceu 3,1%, fren­te ao mes­mo pe­río­do do ano pas­sa­do, se­gun­do da­dos do IBGE. Es­se cres­ci­men­to re­fle­te avan­ço na in­dús­tria em 13 dos 15 lo­cais pes­qui­sa­dos. Os da­dos da pes­qui­sa in­di­cam que a pro­du­ção in­dus­tri­al fe­chou os três pri­mei­ros tri­mes­tre do ano (ja­nei­ro a se­tem­bro) com cres­ci­men­to acu­mu­la­do de 1,6%, fren­te a igual pe­río­do de 2016, com ex­pan­são em 12 dos 15 lo­cais pes­qui­sa­dos — des­ta­que para os avan­ços do Pa­rá (9,8%) e Pa­ra­ná (5,1%).

Ven­das de veí­cu­los: +42,2%.

Pe­las con­tas da as­so­ci­a­ção das mon­ta­do­ras, a An­fa­vea, a pro­du­ção de veí­cu­los no País su­biu 42,2% em ou­tu­bro, na com­pa­ra­ção com o mes­mo pe­río­do de 2016. Fo­ram fa­bri­ca­dos 249.932 car­ros, co­mer­ci­ais le­ves, ca­mi­nhões e ôni­bus no mês pas­sa­do, en­quan­to em out2016 a in­dús­tria al­can­çou 175.710 uni­da­des. No acu­mu­la­do do ano, até ou­tu- bro, o cres­ci­men­to é de 28,5%, com 2,23 milhões de veí­cu­los, con­tra 1,74 milhão no mes­mo pe­río­do do ano pas­sa­do.

Ra­quel Dod­ge re­jei­ta tex­to so­bre tra­ba­lho es­cra­vo

In­for­me da pro­cu­ra­do­ra-ge­ral da Re­pú­bli­ca, Ra­quel Dod­ge, ao mi­nis­tro Ro­nal­do No­guei­ra, Tra­ba­lho, on­tem, re­jei­tou o no­vo tex­to so­bre com­ba­te ao tra­ba­lho es­cra­vo que o go­ver­no quer pu­bli­car. Se­gun­do a Dod­ge, o no­vo tex­to não aten­de à re­co­men­da­ção do Mi­nis­té­rio Pú­bli­co do Tra­ba­lho e MP Fe­de­ral nem à de­ci­são do Su­pre­mo Tri­bu­nal Fe­de­ral (STF). A por­ta­ria ori­gi­nal foi pu­bli­ca­da em 16out17, e pro­vo­cou reação de en­ti­da­des na­ci­o­nais e in­ter­na­ci­o­nais. En­tre os prin­ci­pais pro­ble­mas, es­tá a mu­dan­ça do con­cei­to de tra­ba­lho es­cra­vo, res­trin­gin­do-o a si­tu­a­ções em que o tra­ba­lha­dor tem li­ber­da­de de lo­co­mo­ção vi­o­la­da, des­pre­zan­do as for­mas con­tem­po­râ­ne­as de es­cra­vi­dão.

Reu­nião so­bre Pre­vi­dên­cia: con­ces­sões se­rão dis­cu­ti­das ho­je.

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