‘PAS­SA­MOS MUI­TO PERRENGUE’

Meiahora - RJ - - EMPREGOS -

o mer­ca­do es­ta­va aber­to, foi um su­ces­so o DVD to­do.

João Ne­to: Eu che­guei a exer­cer a pro­fis­são. Mas a mú­si­ca sempre fez par­te da nos­sa vi­da, meu pai e meu avô fo­ram mú­si­cos. A pai­xão é a mú­si­ca. Meu pai dis­se que a he­ran­ça de­le era o es­tu­do. En­tão, a gen­te pe­gou o di­plo­ma, en­tre­gou pra ele e de­pois fo­mos can­tar (ri­sos).

Fre­de­ri­co: Eu não exer­ci. A mú­si­ca sur­giu em 2004. De­pois que eu ter­mi­nei a fa­cul­da­de, de­ci­di com­por, com­pus, fiz umas oi­to mú­si­cas. Aí co­me­ça­mos a can­tar. Meu pai pe­diu pra gen­te fa­zer fa­cul­da­de por­que ti­nha me­do. A mú­si­ca é in­cer­ta. Mas ele fi­ca fe­liz pe­la gen­te tam­bém. Ele se emo­ci­o­na até ho­je.

João Ne­to: Nes­ses anos de carreira, só não pas­sa­mos fo­me e so­fre­mos aci­den­te. To­ca­mos em vá­ri­os bar­zi­nhos em Goi­â­nia,pas­sa­mos­mui­to­per­ren­gue.

Fre­de­ri­co: É uma ale­gria mui­to gran­de. Até por­que a gen­te apa­re­ceu num mo­men­to que o mer­ca­do es­ta­va aber­to. Fo­mos uma das pri­mei­ras du­plas a gra­var DVD, acho que, an­tes, só ti­nha o Cé­sar Me­not­ti e Fa­bi­a­no. E o DVD to­cou to­di­nho. A “Pe­ga Fo­go, Ca­ba­ré” foi a mais to­ca­da. É uma hon­ra gran­de che­gar on­de estamos, sa­be­mos que is­so é pa­ra pou­cos.

Fre­de­ri­co: São cer­ca de 15, 16 shows por mês.

João Ne­to: Fi­co em casa, com meu fi­lho. Quan­do es­tou aqui, fa­ço tu­do. Ro­la mui­ta sau­da­de quan­do a gen­te es­tá vi­a­jan­do.

Fre­de­ri­co: Gos­to de cur­tir mi­nhas fi­lhas, as gê­me­as, de 4 ani­nhos, Bar­ba­ra e He­loí­sa. Gos­to de fi­car cui­dan­do de­las, de be­ber um vi­nho, jogar vi­de­o­ga­me, ir à aca­de­mia.

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