Co­mi­das sau­dá­veis com gos­to de gor­du­ras ou açú­car? É pos­sí­vel!

Mente Curiosa - - PÍLULAS -

Vo­cê já se per­gun­tou por que to­da co­mi­da – ou a gran­de mai­o­ria – sau­dá­vel não ati­ça tan­to o seu pa­la­dar quan­to aque­las ri­cas em gor­du­ra ou car­re­ga­das de açú­car? Se vo­cê se re­co­nhe­ce nes­sa si­tu­a­ção, sai­ba que a so­lu­ção pa­ra os seus pro­ble­mas po­de es­tar per­to! Quí­mi­cos do Ins­ti­tu­to Na­ci­o­nal de Pes­qui­sas de Agri­cul­tu­ra, na Fran­ça, en­con­tra­ram uma ma­nei­ra de "tra­pa­ce­ar" e con­se­guir en­ga­nar o pró­prio cé­re­bro. Eles cri­a­ram uma má­qui­na chamada Gas Ch­ro­ma­to­graph-Ol­fac­to­me­try As­so­ci­a­ted Tas­te (GC-OAT), ca­paz de adi­ci­o­nar um chei­ro es­pe­cí­fi­co em qua­se to­dos os ti­pos de co­mi­da e, com is­so, sua men­te acre­di­ta es­tar co­men­do al­gu­ma "gor­di­ce" quan­do, na ver­da­de, vo­cê es­tá sen­do sau­dá­vel. Des­de o co­me­ço da pes­qui­sa os re­sul­ta­dos fo­ram meio ina­cre­di­tá­veis. Os pes­qui­sa­do­res con­se­gui­ram fa­zer ba­ta­ti­nhas sem sal pa­re­ce­rem 40% mais sal­ga­das adi­ci­o­nan­do mo­lé­cu­las de chei­ro de pre­sun­to. E a ex­pli­ca­ção pa­ra es­se re­sul­ta­do não é tão con­fu­sa: é que o sa­bor dos ali­men­tos é de­fi­ni­do pe­lo chei­ro que sen­ti­mos. In­fe­liz­men­te, os ci­en­tis­tas ain­da não con­se­guem usar es­sa in­ven­ção pa­ra to­das as co­mi­das, pois exis­tem ali­men­tos que não te­ri­am gran­des al­te­ra­ções de sa­bor com a uti­li­za­ção da má­qui­na.

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