DOR AGU­DA X DOR CRÔ­NI­CA

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As do­res são clas­si­fi­ca­das de du­as ma­nei­ras: agu­das e crô­ni­cas. “A dor agu­da é fi­si­o­ló­gi­ca, pro­te­ge-nos, é de cur­ta du­ra­ção (po­de che­gar a até três me­ses) e, nor­mal­men­te, tem uma re­la­ção de cau­sa e efei­to. Por exem­plo, o des­con­for­to ime­di­a­to ge­ra­do por le­sões, cor­tes na pe­le, quei­ma­du­ras, tor­ções, tor­ci­co­lo, có­li­cas mens­tru­ais e do­res após ci­rur­gi­as”, pon­tua Ar­tur Pa­dão, fi­si­o­te­ra­peu­ta es­pe­ci­a­li­za­do em dor. Já a crô­ni­ca tem um tem­po de du­ra­ção su­pe­ri­or a três me­ses. As­sim, o pro­fis­si­o­nal ex­pli­ca que a re­la­ção cau­sa e efei­to não jus­ti­fi­ca os sin­to­mas, pois são des­pro­por­ci­o­nais, en­vol­ven­do so­fri­men­to ex­ces­si­vo e múl­ti­plos fa­to­res as­so­ci­a­dos. “Exem­plos dis­so são a dor lom­bar e cer­vi­cal crô­ni­cas, dis­fun­ções tem­po­ro­man­di­bu­la­res, do­res neu­ro­pá­ti­cas e a fi­bro­mi­al­gia”, ilus­tra.

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