Fa­ça o TES­TE

Será que seu ca­so pode ser clas­si­fi­ca­do como TOC?

Mente Curiosa - - EDITORIAL -

Com o ob­je­ti­vo de au­xi­li­ar no di­ag­nós­ti­co do TOC, foi ela­bo­ra­da a es­ca­la Ya­le–brown. O mé­to­do ava­lia a in­ten­si­da­de e pre­do­mi­nân­cia dos sin­to­mas ca­rac­te­rís­ti­cos do trans­tor­no. O ide­al é que, an­tes de res­pon­der às per­gun­tas e com a aju­da de um te­ra­peu­ta, a pes­soa i den­ti­fi­que quais as suas ob­ses­sões (os pen­sa­men­tos no­ci­vos) e quais as suas com­pul­sões (os ri­tu­ais pa­ra con­vi­ver com eles). No en­tan­to, va­le a res­sal­va: o ques­ti­o­ná­rio ser ve ape­nas como uma re­fe­rên­cia e não ex­clui a ne­ces­si­da­de de um di­ag­nós­ti­co mais pre­ci­so por par­te de um psi­có­lo­go ou psi­qui­a­tra. Sa­ben­do dis­so, dê uma pon­tu­a­ção de 0 a 4 pa­ra cada um dos sin­to­mas lis­ta­dos, de­pois so­me os va­lo­res e che­que seu re­sul­ta­do ao fi­nal:

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