JOE PER­RY

An­tes de dar um sus­to du­ran­te show do Hollywo­od Vam­pi­res, o gui­tar­ris­ta do Ae­ros­mith con­ver­sou com o

Metro Brazil (ABC) - - Cultura - Me­tro Jor­nal

Joe Per­ry, gui­tar­ris­ta fun­da­dor do Ae­ros­mith, so­freu um pos­sí­vel ata­que car­día­co no úl­ti­mo do­min­go. O mú­si­co to­ca­va com a ban­da Hollywo­od Vam­pi­res, que con­ta com o ator Johnny Depp e o can­tor Ali­ce Co­o­per, em No­va York, quan­do pas­sou mal. Per­ry es­tá es­tá­vel, mas ain­da não se sa­be se a tur­nê de ve­rão da ban­da pe­los Es­ta­dos Uni­dos ain­da es­tá de pé. An­tes de co­me­çar a ma­ra­to­na de shows, o tam­bém gui­tar­ris­ta do Ae­ros­mith con­ver­sou com o Me­tro Jor­nal. Con­fi­ra! Vo­cê cur­tia Ali­ce Co­o­per na sua ado­les­cên­cia? Ele to­ca­va a mú­si­ca que ou­via no rá­dio. As can­ções de­le são clás­si­cas – uma ex­pres­são ba­ti­da, mas ade­qua­da. Ele co­me­çou al­go so­bre o qual ou­tros cons­truí­ram de­pois. É uma hon­ra to­car com ele. Tra­ba­lhar com Ali­ce é co­mo sair de fé­ri­as. Co­mo ele, vo­cê e Johnny Depp en­tra­ram na ban­da? Ali­ce me cha­mou quan­do co­me­çou a reu­nir fai­xas. Fui da ge­ra­ção se­guin­te à de Co­o­per. E Depp co­nhe­cia Co­o­per de ter fil­ma­do “Som­bras da Noi­te” (2012) jun­tos. Eles se jun­ta­ram ali e co­me­ça­ram a es­cre­ver can­ções. To­do mun­do se sur­pre­en­de ao des­co­brir que Johnny tem talento. As mú­si­cas que gra­va­mos so­a­vam óti­mas, en­tão por que pa­rar? Re­sol­ve­mos fa­zer al­guns shows. Após os pri­mei­ros shows no ano pas­sa­do [in­clu­si­ve no Rock in Rio], Ali­ce per­gun­tou qu­em es­ta­va den­tro. Ape­nas le­van­ta­mos nos­sas mãos e lim­pa­mos nos­sas agen­das. Na­da pa­ra­ria es­sa ener­gia. Co­mo es­tá Depp com a acu­sa­ção de vi­o­lên­cia do­més­ti­ca por Am­ber He­ard? Quan­do vo­cê é um ca­ra co­nhe­ci­do no mun­do in­tei­ro co­mo Johnny e al­go as­sim acon­te­ce na mí­dia, não afe­ta na­da o que fa­ze­mos. A im­pren­sa quer o má­xi­mo des­sa his­tó­ria, mas nós va­mos em ou­tra di­re­ção. To­dos ti­ve­mos al­tos e bai­xos com mu­lhe­res e ex-mu­lhe­res. So­mos to­dos ami­gos. Ele não traz os pro­ble­mas de­le pa­ra a fes­ta – mas, se qui­ser, es­tá li­vre pa­ra fa­zê-lo. Es­tá an­si­o­so em vol­tar ao Ae­ros­mith [a ban­da faz show em 15/10 no Al­li­anz Par­que]? O Hollywo­od Vam­pi­res vai con­ti­nu­ar? Es­pe­ro que sim, não ve­jo por­que não. Nós to­dos te­mos nos­sos tra­ba­lhos fi­xos, en­tão pre­ci­sa­mos li­dar com eles. Te­nho to­ca­do com o Ae­ros­mith há 45 anos. Não vou sim­ples­men­te dei­xar is­so de la­do, mas sem­pre há shows e lu­ga­res on­de to­car. ME­TRO IN­TER­NA­CI­O­NAL

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