CLÁU­DIO HUM­BER­TO

CLAU­DIO.HUM­BER­TO @ME­TRO­JOR­NAL.COM.BR

Metro Brazil (ABC) - - Brasil -

MO­RAIS DEVOLVERÁ PLA­CA AO DF, NÃO O DI­NHEI­RO. Nu­ma ati­tu­de de in­to­le­rân­cia co­mum en­tre pe­tis­tas, o es­cri­tor Fer­nan­do Mo­rais anun­ci­ou que vai de­vol­ver a pla­ca com a qual foi ho­me­na­ge­a­do pe­lo en­tão go­ver­na­dor do DF Cris­to­vam Bu­ar­que (PPS) em 1995. Tu­do por­que o ho­je se­na­dor Cris­to­vam, nes­te ano de 2016, não de­cla­rou vo­to pró-Dil­ma. A gros­se­ria re­sul­tou em ba­te-bo­ca nas re­des so­ci­ais. O se­na­dor, por ele­gân­cia e até pi­e­da­de, não lem­brou que, além da pla­ca, Fer­nan­do Mo­rais re­ce­beu tam­bém um bom di­nhei­ro, na ce­rimô­nia.

FAL­TA AL­GO MAIS. Fer­nan­do Mo­rais re­ce­beu de Cris­to­vam uma pla­ca e US$ 10 mil (va­li­am R$ 9,3 mil, era go­ver­no FHC), que não fa­la em de­vol­ver.

PRÊ­MIO CORRIGIDO. Os US$ 10 mil do prê­mio de Fer­nan­do Mo­rais do go­ver­no do DF, em 1995, cor­ri­gi­dos pe­la in­fla­ção, cor­res­pon­dem ho­je a US$ 16 mil. DÓ­LAR DIL­MA. Se de­vol­ver o prê­mio, Fer­nan­do Mo­rais de­ve­ria op­tar, por co­e­rên­cia, pe­la co­ta­ção do dó­lar na era Dil­ma, que che­gou a mais de R$ 4,10.

DÓ­LAR TE­MER. Op­tan­do pe­lo dó­lar no go­ver­no Mi­chel Te­mer (R$ 3,14), o prê­mio que Mo­rais em­bol­sou va­le ho­je R$ 50.240, que fa­zem fal­ta ao po­vo do DF.

ALMIRANTE DA ELETRONUCLEAR PER­DE­RÁ SUA PA­TEN­TE. De­ve­rá ser agra­va­da pe­la Jus­ti­ça Mi­li­tar, e não ate­nu­a­da, co­mo mui­ta gen­te che­gou a afir­mar até por ig­no­rân­cia, a con­de­na­ção a 43 anos de pri­são do almirante Othon Luiz Pi­nhei­ro, ex-pre­si­den­te da es­ta­tal Eletronuclear. Ele foi con­si­de­ra­do cul­pa­do por vá­ri­os cri­mes, in­clu­si­ve de cor­rup­ção pas­si­va, e após o trân­si­to em jul­ga­do da sen­ten­ça a Jus­ti­ça Mi­li­tar vai con­de­ná-lo tam­bém a per­der a pa­ten­te de almirante.

OLHO NE­LE. Ami­go pes­so­al de Lu­la, Dil­ma e de ou­tros pe­tis­tas me­nos vo­ta­dos, o pre­si­den­te do Su­pre­mo, Ri­car­do Lewan­dows­ki, co­me­teu um ato fa­lho clás­si­co du­ran­te a dis­cus­são da pro­nún­cia de Dil­ma. Re­fe­riu-se a Jo­sé Edu­ar­do Car­do­zo, de­fen­sor de Dil­ma, co­mo “nos­so ad­vo­ga­do”.

“NÃO VE­JO RA­ZÃO PA­RA NO­VAS ELEI­ÇÕES” MI­NIS­TRO GIL­MAR MEN­DES, PRE­SI­DEN­TE DO TSE, SO­BRE A TE­SE DE­FEN­DI­DA POR PE­TIS­TAS

| ANTÔ­NIO CRUZ/AGÊN­CIA BRA­SIL

Ri­car­do Lewan­dows­ki

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