RI­CAR­DO ALVAREZ, PSOL

Ex-ve­re­a­dor pro­me­te ensino em tem­po in­te­gral com cul­tu­ra, es­por­te e la­zer

Metro Brazil (ABC) - - Foco -

Tem 53 anos, é pro­fes­sor uni­ver­si­tá­rio e foi ve­re­a­dor na ci­da­de por dois man­da­tos (1997 a 2000 e 2001 a 2004). Dis­pu­tou a elei­ção a pre­fei­to em 2008. Qual se­rá sua ban­dei­ra de go­ver­no? Uma no­va for­ma de ges­tão, apoi­a­da no ser­vi­dor pú­bli­co e não nos car­gos de in­di­ca­ção po­lí­ti­ca. Uma ges­tão que bus­que an­te­ci­par os pro­ble­mas e agir com pre­ven­ção, mas pa­ra is­to é fun­da­men­tal in­cen­ti­var a par­ti­ci­pa­ção po­pu­lar que de­ve ter à dis­po­si­ção ca­nais de co­mu­ni­ca­ção que fun­ci­o­nem e aces­so à in­for­ma­ção so­bre o po­der pú­bli­co mu­ni­ci­pal. Por que se sen­te mais ca­pa­ci­ta­do que os ou­tros can­di­da­tos pa­ra ser pre­fei­to de San­to An­dré? O que di­fe­ren­cia os can­di­da­tos não é a ca­pa­ci­da­de pes­so­al. Uma elei­ção é um exer­cí­cio de es­co­lha de um pro­je­to de go­ver­no, de um pla­no de ação e de um can­di­da­to que en­ca­be­ça­rá es­ta ope­ra­ção po­lí­ti­ca. As di­fe­ren­ças es­tão no per­fil po­lí­ti­co de ca­da par­ti­do e su­as ori­en­ta­ções ide­o­ló­gi­cas. Quan­do foi ve­re­a­dor, o se­nhor era do PT. Acha que is­so po­de ter efei­to ne­ga­ti­vo na cam­pa­nha? Não. A his­tó­ria de ca­da um é pro­du­to de su­as op­ções. Me or­gu­lho de meus dois man­da­tos de ve­re­a­dor e os exer­ci do mes­mo jei­to que pre­ten­do tra­ba­lhar ca­so se­ja elei­to pre­fei­to. Quem mu­dou foi o PT, con­ti­nuo fi­el às mi­nhas con­vic­ções de uma so­ci­e­da­de mais jus­ta, par­ti­ci­pa­ti­va e igua­li­tá­ria. Quais su­as prin­ci­pais pro­pos­tas? Na saú­de, pas­sa pe­lo for­ta­le­ci­men­to do Pro­gra­ma Mé­di­co de Fa­mí­lia e um hos­pi­tal no se­gun­do sub­dids­tri­to. Na edu­ca­ção, pre­ten­de­mos in­ves­tir na qua­li­da­de dos ser­vi­ços pres­ta­dos, co­mo au­las em tem­po in­te­gral e in­ter­sec­ção da edu­ca­ção com cul­tu­ra, es­por­tes e la­zer. Pa­ra a mo­bi­li­da­de, é pre­ci­so de um pla­no mu­ni­ci­pal in­ter­mo­dal, que en­xer­gue a de­man­da em sua to­ta­li­da­de e in­te­gra­ção. Na ha­bi­ta­ção, é pre­ci­so aten­der a de­man­da por ca­sas, mas pen­san­do não ape­nas no di­rei­to de mo­rar, e sim na pro­du­ção da ci­da­de en­glo­ban­do to­dos os ser­vi­ços que de­vem acom­pa­nhar a cons­tru­ção de uni­da­des. Na se­gu­ran­ça, fo­ca­re­mos o uso da in­te­li­gên­cia, com tec­no­lo­gia, e da pre­ven­ção, com ron­das da guar­da e apro­xi­ma­ção do efe­ti­vo à po­pu­la­ção.

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