Saú­de é a pri­o­ri­da­de de Au­ric­chio em São Caetano

Pre­fei­to elei­to tam­bém mi­ni­mi­zou a dí­vi­da pú­bli­ca e dis­se que não quer ‘es­tran­gei­ros’ no fun­ci­o­na­lis­mo

Metro Brazil (ABC) - - Front Page - JO­SÉ AU­RIC­CHIO

A saú­de de­ve ser o pri­mei­ro se­tor a re­ce­ber aten­ção es­pe­ci­al do pre­fei­to elei­to no do­min­go pa­ra os pró­xi­mos qua­tro anos em São Caetano, Jo­sé Au­ric­chio Jú­ni­or (PSDB).

Em en­tre­vis­ta ao Me­tro Jor­nal na noi­te de do­min­go, lo­go após a vi­tó­ria, o mé­di­co afir­mou que ci­da­de pre­ci­sa de mu­dan­ças pro­fun­das. En­tre su­as prin­ci­pais pro­pos­tas, es­tá a cri­a­ção do “Aten­de Fá­cil da Saú­de”, em área en­tre as ave­ni­das Goiás e a Se­na­dor Ro­ber­to Si­mon­sen. O lo­cal con­cen­tra­rá vá­ri­os ser­vi­ços de saú­de, co­mo con­sul­tas e exa­mes. O en­de­re­ço já abri­ga uma far­má­cia po­pu­lar da pre­fei­tu­ra.

Au­ric­chio as­su­me o co­man­do de São Caetano pe­la ter­cei­ra vez, se igua­lan­do ao ex-pre­fei­to Luiz Olin­to Tor­to­rel­lo (1937-2012), que se ele­geu em 1988, 1996 e 2000.

Ele der­ro­tou o atu­al pre­fei­to Pau­lo Pi­nhei­ro (PMDB) por di­fe­ren­ça de 3,3 mil vo­tos, com 34,34% da pre­fe­rên­cia an­te 30,71% do ad­ver­sá­rio. “Se­rei pre­fei­to pa­ra os 156 mil mo­ra­do­res da ci­da­de”, afir­mou.

Au­ric­chio mi­ni­mi­zou tam­bém pos­sí­vel dí­vi­da a ser her­da­da. “Go­ver­nar é ter pri­o­ri­da­de. Se fi­car só cho­ran­do, não sai do lu­gar.” Ve­ja ao la­do mais tre­chos da en­tre­vis­ta. ME­TRO ABC

Co­mo se­rá sua ges­tão? A par­tir de ho­je (do­min­go), fi­ca pa­ra trás o pro­ces­so po­lí­ti­co e se ini­cia a ad­mi­nis­tra­ção. Sou o pre­fei­to dos 156 mil ha­bi­tan­tes. Va­mos tra­ba­lhar pa­ra co­lo­car a ci­da­de no ru­mo, pa­ra vol­tar a en­con­trar o ca­mi­nho do de­sen­vol­vi­men­to.

Qual se­rá sua pri­o­ri­da­de? A saú­de, mas ne­nhu­ma área se­rá fá­cil.

Pi­nhei­ro diz que her­dou dí­vi­da al­ta de sua ges­tão e par­te de­la não foi pa­ga. O que fa­rá? Is­so não é dí­vi­da, mas sim res­tos a pa­gar. Va­mos tra­ba­lhar pa­ra equa­ci­o­nar. Go­ver­nar é elen­car pri­o­ri­da­des. Se não sou­ber fa­zer is­so, vai fi­car sem­pre re­cla­man­do.

Por que se­nhor cri­ti­cou fun­ci­o­ná­ri­os pú­bli­cos que não são da ci­da­de em seu pri­mei­ro dis­cur­so? São Caetano tem qua­dro de ser­vi­dor pú­bli­co va­lo­ro­so. Por que tra­zer gen­te de fo­ra? Não tem sen­ti­do. Va­mos com­por qua­dro com pre­do­mi­nân­cia de mo­ra­do­res da­qui.

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