Ener­gia. Me­nor vo­lu­me de chu­va não afe­ta­rá re­giões de usi­nas hi­dre­lé­tri­cas

Metro Brazil (ABC) - - Economia -

O pe­río­do de chu­vas do Bra­sil, de no­vem­bro a abril, não de­ve­rá re­gis­trar vo­lu­mes abun­dan­tes, mas as afluên­ci­as na re­gião das hi­dre­lé­tri­cas, im­por­tan­tes pa­ra ga­ran­tir a ofer­ta de ener­gia, de­ve­rão ser me­lho­res que nas úl­ti­mas du­as tem­po­ra­das, afir­mou on­tem à “Reuters” o me­te­o­ro­lo­gis­ta Ale­xan­dre Nas­ci­men­to, da Cli­ma­tem­po.

As ex­pec­ta­ti­vas da em­pre­sa de me­te­o­ro­lo­gia são mais oti­mis­tas que as da CCEE (Câ­ma­ra de Co­mer­ci­a­li­za­ção de Ener­gia Elé­tri­ca), que na se­ma­na pas­sa­da ava­li­ou que as pre­ci­pi­ta­ções em 2016/17 de­ve­rão fi­car abai­xo da mé­dia his­tó­ri­ca.

Na vi­são da Cli­ma­tem­po, as chu­vas de­ve­rão fi­car abai­xo da mé­dia nos úl­ti­mos me­ses des­te ano, mas com uma boa me­lho­ria em 2017, à ex­ce­ção da re­gião Nor­des­te, que de­ve­rá con­ti­nu­ar com a for­te se­ca atu­al­men­te re­gis­tra­da.

No Su­des­te, on­de es­tão os mai­o­res re­ser­va­tó­ri­os, as chu­vas de­vem fi­car en­tre 90% e 85% da mé­dia his­tó­ri­ca até o fi­nal des­te ano, mas com me­lho­ria em 2017. No Nor­te, as afluên­ci­as de­vem vol­tar ao ní­vel tra­di­ci­o­nal, que che­ga a en­cher a re­pre­sa da hi­dre­lé­tri­ca de Tu­cu­ruí, en­quan­to as chu­vas no Sul de­ve­rão ser nor­mais após um no­vem­bro ir­re­gu­lar.

| RE­PRO­DU­ÇÃO / WIKIPEDIA

Usi­na de Tu­cu­ruí, no Pa­rá: ga­ran­tia de chu­vas

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