Cor­te ra­di­cal de gas­tos é o fo­co dos no­vos pre­fei­tos

Tu­ca­nos Pau­li­nho Ser­ra e Or­lan­do Mo­ran­do co­me­mo­ram su­as vi­tó­ri­as em San­to An­dré e São Ber­nar­do, res­pec­ti­va­men­te, de olho na eco­no­mia para po­der go­ver­nar no pró­xi­mo ano. Mo­ran­do pro­me­te fim do car­ro ofi­ci­al e Pau­li­nho diz que vai fun­dir se­cre­ta­ri­as

Metro Brazil (ABC) - - Front Page - VANESSA SELICANI

Ain­da sem dor­mir des­de do­min­go, quan­do foi elei­to pre­fei­to de São Ber­nar­do pe­los pró­xi­mos qua­tro anos com 213.661 vo­tos, o equi­va­len­te a 59,94% do to­tal vá­li­do, Or­lan­do Mo­ran­do (PSDB) des­fi­lou pe­las ru­as da ci­da­de on­tem agra­de­cen­do o apoio.

Com a voz rou­ca de­pois da ma­ra­to­na de dis­cur­sos e en­tre­vis­tas, o tu­ca­no con­ver­sou com o Metro Jor­nal so­bre as pri­o­ri­da­des para 2017.

En­tre as pri­mei­ras ações de seu go­ver­no, o pre­fei­to elei­to afir­ma que irá re­du­zir as atu­ais se­cre­ta­ri­as de 24 para 15, cor­tar car­gos co­mis­si­o­na­dos e aca­bar com veí­cu­los e ce­lu­la­res ofi­ci­ais para o pri­mei­ro es­ca­lão do go­ver­no. “É um cho­que de ges­tão para a gen­te cri­ar su­pe­rá­vit e po­der en­tre­gar ser­vi­ço pú­bli­co”, dis­se.

Leia ao la­do os prin­ci­pais tre­chos da en­tre­vis­ta. Qu­ais se­rão su­as pri­mei­ras me­di­das ao as­su­mir? Pre­ci­so en­xu­gar a má­qui­na pú­bli­ca. Va­mos cor­tar car­gos co­mis­si­o­na­dos, di­mi­nuir se­cre­ta­ri­as. Se­rá o fim do car­ro ofi­ci­al. Eu não te­rei, nem o vi­ce, nem se­cre­tá­ri­os. É um cho­que de ges­tão para cri­ar su­pe­rá­vit e po­der en­tre­gar ser­vi­ço pú­bli­co. A so­ci­e­da­de não acei­ta mais aque­la má­qui­na gor­da. E ób­vio, va­mos exo­ne­rar to­dos os pe­tis­tas. Qu­an­tos car­gos cor­ta­dos? Va­mos en­xu­gar de 24 se­cre­ta­ri­as para 15. E fa­zer es­tu­do na re­for­ma ad­mi­nis­tra­ti­va para pre­ci­sar os nú­me­ros. Como se­rá a tran­si­ção? O pre­fei­to não me li­gou ain­da. Se até o fi­nal do dia não me pro­cu­rar, ama­nhã (ho­je) de­vo pro­cu­rá-lo. Qu­e­ro fa­zer a tran­si­ção de ma­nei­ra re­pu­bli­ca­na. Aci­ma das ide­o­lo­gi­as e par­ti­dos, es­tá a ci­da­de. A ban­dei­ra da sua cam­pa­nha foi a re­to­ma­da dos em­pre­gos. O que é pos­sí­vel fa­zer no pri­mei­ro ano? Re­du­ção de car­ga tri­bu­tá­ria, de alí­quo­tas e de ISS, lei de in­cen­ti­vos fis­cais. Fa­re­mos is­so já no pri­mei­ro ano. Que obras e pro­je­tos te­rão con­ti­nui­da­de? Ire­mos con­cluir to­das as obras. Va­mos re­vi­sar os con­tra­tos, é ób­vio, mas da­re­mos sequên­cia. A úni­ca que vou al­te­rar o ob­je­to é o Mu­seu do Tra­ba­lha­dor, que se­rá uma Fá­bri­ca de Cul­tu­ra.

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