“TEM QUE PROS­PE­RAR”

DE­PU­TA­DO LÚCIO VI­EI­RA LI­MA (PMDBBA) SO­BRE A DIS­CUS­SÃO PA­RA CRI­MI­NA­LI­ZAR O CAI­XA 2

Metro Brazil (ABC) - - Brasil - CLÁUDIO HUMBERTO CLAU­DIO.HUMBERTO @ME­TRO­JOR­NAL.COM.BR

CU­NHA PO­DE PA­GAR INDENIZAÇÃO DE R$ 220 MI­LHÕES.

Edu­ar­do Cu­nha es­tá su­jei­to a mais de um sé­cu­lo e meio de pri­são, ca­so se­ja con­de­na­do nos cri­mes dos quais é acu­sa­do no âm­bi­to da La­va Ja­to. O tem­po de ca­na tem li­mi­te ba­se­a­do nos cri­mes pe­los quais é acu­sa­do (cor­rup­ção, la­va­gem de di­nhei­ro etc.), mas a indenização que te­rá de pa­gar ao erá­rio não tem li­mi­te; é ba­se­a­da no que a Jus­ti­ça de­ter­mi­nar que foi “sub­traí­do”. A es­ti­ma­ti­va che­ga a R$ 220 mi­lhões.

160 ANOS DE CA­NA.

So­ma­das to­das as pe­nas pri­va­ti­vas de li­ber­da­de dos cri­mes pe­los quais res­pon­de, Cu­nha po­de pas­sar mais de 160 anos pre­so.

MULTA LIMITADA.

Pe­nas de multa de al­guns cri­mes, co­mo o de cor­rup­ção pas­si­va, têm li­mi­te de­fi­ni­do em lei: 1/30 do sa­lá­rio mí­ni­mo vi­gen­te por “dia-multa”.

JÁ PERDEU.

A pe­di­do do MP, Sér­gio Mo­ro de­ter­mi­nou o con­ge­la­men­to de R$ 220.677.515,24 de Cu­nha “oriun­dos de im­pro­bi­da­de ad­mi­nis­tra­ti­va”.

PRE­SI­DÊN­CIA PO­DE TORRAR R$ 1,6 MI­LHÃO COM PA­PEL.

Des­de o afas­ta­men­to da ex-pre­si­den­te cas­sa­da Dil­ma Rous­seff, em 12 de maio, a Se­cre­ta­ria de Go­ver­no da Pre­si­dên­cia da Re­pú­bli­ca re­a­li­zou 16 atas de re­gis­tro de pre­ços es­ti­man­do gas­tos de R$ 1,64 mi­lhão com eti­que­tas, ade­si­vos, blo­qui­nhos, pa­pel A4, cra­chás, car­tões de vi­si­ta etc. Ape­nas com res­mas de pa­pel, o gas­to pre­vis­to é de R$ 214 mil, mas o fa­vo­ri­to do Pla­nal­to é o pa­pel sul­fi­te: R$ 367 mil em um con­tra­to.

NO­MES AOS BOIS.

In­va­sões de es­co­las não são “pro­tes­tos de alu­nos”, mas de en­ti­da­des apa­re­lha­das pe­lo PC­doB há dé­ca­das, ti­po UNE e Ubes, omis­sas no pe­tro­lão. E ati­vas con­tra o im­pe­a­ch­ment e con­tra o go­ver­no Te­mer.

ELO­GI­OS AO PRE­SI­DEN­TE DO TST.

A co­ra­jo­sa de­cla­ra­ção do mi­nis­tro Ives Gan­dra Mar­tins, pre­si­den­te do Tri­bu­nal Su­pe­ri­or do Tra­ba­lho, ga­nhou mui­tos elo­gi­os. Ele ad­mi­tiu que há “des­ba­lan­ce­a­men­to” das de­ci­sões do TST con­tra os em­pre­ga­do­res.

| GUI­LHER­ME PUPO/FO­LHA­PRESS

Edu­ar­do Cu­nha

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