O dia que Iranildo não mor­reu

Metro Brazil (ABC) - - Brasil -

Ex-de­pu­ta­do fe­de­ral ce­a­ren­se Iranildo, co­nhe­ci­do por sua co­ra­gem pes­so­al e lín­gua sol­ta, foi de Ju­a­zei­ro do Nor­te e Bre­jo San­to num car­ro gui­a­do por um ho­mem mui­to va­len­te, da fa­mí­lia dos Sam­paio de Jar­dim. Du­as ho­ras de con­ver­sa, on­de só o cho­fer fa­la­va. Iranildo ou­vin­do. Du­as ho­ras e o ho­mem ma­tou pra mais de 30. Che­gou a dar fu­ga ao PC Fa­ri­as. Já che­gan­do, dis­se pra Iranildo: - No dia do seu co­mí­cio em Mis­são Ve­lha, on­de cê las­cou a Pre­fei­ta, fui cha­ma­do pra lhe ma­tar. Mas ou­vi seu dis­cur­so e pen­sei: “Num se ma­ta ho­mem des­ses. Va­len­te, co­ra­jo­so, fa­la bo­ni­to.” E Iranildo não te­ve ou­tro ges­to a não ser, hu­mil­de­men­te, di­zer: - Obri­ga­do. Mui­to obri­ga­do!

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