SUPERSTIÇÕES ATRI­BUÍ­DAS A CU­CA

Metro Brazil (ABC) - - Esporte -

O ôni­bus que le­va sua equi­pe não po­der dar mar­cha à ré pa­ra não tra­zer má sor­te Co­mo man­da o ma­nu­al dos su­pers­ti­ci­o­sos, o trei­na­dor só en­tra em cam­po com o pé di­rei­to. Is­so in­clui o re­tor­no do ves­tiá­rio pa­ra o 2º tem­po Em to­dos os jo­gos, Cu­ca mon­ta um pe­que­no al­tar com ima­gens de san­tos que ele é de­vo­to pa­ra re­zar com os jo­ga­do­res Já no tem­po de Bo­ta­fo­go, o trei­na­dor dei­xa­va mi­li­me­tri­ca­men­te po­si­ci­o­na­dos dois co­pos e uma gar­ra­fa de água na área téc­ni­ca. Pa­ra dar sor­te O trei­na­dor car­re­ga no bol­so um pin­gen­te de Nos­sa Se­nho­ra Apa­re­ci­da, no qual dá bei­ji­nhos em mo­men­tos de ten­são do jo­go No dia das par­ti­das, não co­me car­ne de ani­mais que cis­cam pa­ra trás pa­ra não dar azar Na épo­ca de Atlé­ti­co-MG, des­de que Vic­tor de­fen­deu o pê­nal­ti na Li­ber­ta­do­res con­tra o Ti­ju­a­na (MEX), Cu­ca guar­dou a bo­la e le­va­va pa­ra as pre­le­ções da equi­pe

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