CU­RA GAY: O NO­ME DE­LA É WALDEMAR!

Metro Brazil (Brasilia) - - Publimetro - CI­RO & BER­NAR­DO Twit­ter: @ci­ra­o­bo­te­lho/@ber­nard­pen­te­a­do

Bom dia ca­ros e in­fla­ci­o­na­dos lei­to­res, Co­lu­ná­ti­cos no ar!

Sá­ba­do o mun­do não aca­bou, domingo o Rock in Rio ter­mi­nou e ho­je eu me per­gun­to: Se ser gay é do­en­ça, ho­mo­fo­bia tem cu­ra? Afi­nal, se as mu­lhe­res são de Vê­nus, os ho­mens são de Mar­te e a Ter­ra fi­ca no meio do ca­mi­nho, de­ve­ria ser na­tu­ral que nin­guém aqui pre­ci­sa ter o se­xo mui­to bem de­fi­ni­do, não é mes­mo? Fa­lan­do em pre­con­cei­to se­xu­al, o ja­po­nês es­ta­va pre­en­chen­do um for­mu­lá­rio, qu­an­do se de­pa­rou com a per­gun­ta: “Se­xo?”. Res­pon­deu: “Pe­que­no”. E a Po­lí­cia Fe­de­ral fi­nal­men­te en­con­trou pro­vas con­tra o Lu­la. As do pri­mei­ro grau... 1) Em qual ba­ta­lha mor­reu Na­po­leão? R: Em sua úl­ti­ma ba­ta­lha. 2) On­de a de­cla­ra­ção de in­de­pen­dên­cia foi as­si­na­da?

R: No fim da fo­lha. 3) Ma­ria pre­pa­rou uma lâ­mi­na pa­ra ana­li­sar o mi­cros­có­pio. De­pois de co­lo­car a lâ­mi­na, não con­se­guiu ver na­da. Quais po­dem ser os mo­ti­vos dis­to? R: Ma­ria é ce­ga. 4) Por que no dia dos na­mo­ra­dos o co­mér­cio ven­de mui­to mais do que no dia das mães? R: Por­que mãe a gen­te só tem uma. 5) Es­cre­va uma fra­se que re­su­ma sua re­la­ção com seus pais. R: Fa­lam que o ál­co­ol cau­sa a mor­te, a mor­te de mui­tos. Mas não fa­lam quan­tos nas­ce­ram por cau­sa de­le. 6) Quan­to é 51 di­vi­di­do por dois? R: Meio li­tro pa­ra ca­da um.

E o fi­lho do Lu­la, pe­lo vis­to, tam­bém se­gue o mes­mo ca­mi­nho... - Pai, ti­rei 7,5 no exa­me! - Pa­ra­béns, fi­lho! Qual exa­me? - Bafô­me­tro! E fi­ca­ram com seu car­ro... O ex­ce­len­tís­si­mo ex-pre­si­den­te es­ta­va es­ta­ci­o­nan­do o car­ro em fren­te a Po­lí­cia Fe­de­ral de Curitiba, qu­an­do per­gun­tou pro fla­ne­li­nha: “Pos­so en­trar de ré?”. E o Fla­ne­la: “No seu ca­so, me­lhor vir de réu”. O bê­ba­do en­tra no ôni­bus e se sen­ta ao la­do do pa­dre. O pa­dre olha pa­ra ele com ca­ra de pi­e­da­de e diz: “Meu fi­lho, não vê que es­se é o ca­mi­nho pa­ra o in­fer­no?”. O bê­ba­do gri­ta: “Pa­a­a­ra mo­to­ris­ta! Pe­guei o ôni­bus er­ra­do!”

PA­RA TER­MI­NAR:

- Mãe, por que o no­me da mi­nha pri­ma é Ro­san­ge­la? - Por­que a mãe de­la gos­ta­va de ro­sas. - E a se­nho­ra, gos­ta de quê? - Um dia vo­cê vai sa­ber, Pau­lí­nia. Por ho­je é só. Ci­ro Bo­te­lho e Ber­nar­do Pen­te­a­do. Os Co­lu­ná­ti­cos!

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