Em­pre­sa po­de­rá cons­truir ho­tel e hos­pi­tal na área

Metro Brazil (Espiritu Santo) - - Foco -

Não é ape­nas o no­vo ter­mi­nal de pas­sa­gei­ros de Vi­tó­ria que se­rá ad­mi­nis­tra­do por ini­ci­a­ti­va pri­va­da. A ro­da­da de con­ces­são pre­vê que o con­sór­cio que as­su­mir o ae­ro­por­to se­ja res­pon­sá­vel por to­da a área da Infraero, in­cluin­do o ter­mi­nal an­ti­go e as áre­as pró­xi­mas à ro­do­via Nor­te-sul e à ave­ni­da Dan­te Mi­che­li­ni.

“Es­ta­mos con­ce­den­do um ae­ro­por­to que tem po­ten­ci­al co­mer­ci­al no ter­mi­nal de pas­sa­gei­ros e chan­ce de exploração imo­bi­liá­ria, já que a área po­de­rá re­ce­ber in­ves­ti­men­to ho­te­lei­ro, de ati­vi­da­des es­por­ti­vas e ter até centro de con­ven­ções, por exem­plo”, ci­tou Ro­nei Glanz­mann, di­re­tor de Po­lí­ti­ca Re­gu­la­tó­ria do Mi­nis­té­rio dos Trans­por­tes.

O ter­mi­nal de pas­sa­gei­ros é um atra­ti­vo por si só de­vi­do à pos­si­bi­li­da­de de ins­ta­la­ção de mais lo­jas e ope­ra­ções. Glanz­mann ex­pli­cou que, com a con­ces­são, gran­des re­des vão po­der se ins­ta­lar, pois os con­tra­tos po­de­rão ser mais ex­ten­sos, de até dez anos. As lo­jas atu­ais ti­ve­ram o con­tra­to li­mi­ta­do a dois anos, pois já se ana­li­sa­va pri­va­ti­za­ção.

Uma ideia é que, na gran­de área após o raio-x no em­bar­que, os pas­sa­gei­ros pas­sem por uma gran­de lo­ja, a exem­plo de ou­tros ter­mi­nais no país, co­mo em Gu­a­ru­lhos (SP).

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