Acor­dos de de­la­ção só po­dem ser re­vis­tos se des­cum­pri­dos, diz STF

Metro Brazil (Porto Alegre) - - Brasil - REPRODUÇÃO

O STF (Su­pre­mo Tri­bu­nal Fe­de­ral) de­ci­diu on­tem, por 8 vo­tos a 3, que os be­ne­fí­ci­os da de­la­ção pre­mi­a­da po­dem ser re­vis­tos e acor­dos po­dem ser anu­la­dos ape­nas se o de­la­tor des­cum­prir os com­pro­mis­sos fir­ma­dos com o Mi­nis­té­rio Pú­bli­co Fe­de­ral. Vo­ta­ram a fa­vor Ed­son Fa­chin, Ale­xan­dre de Mo­ra­es, Roberto Bar­ro­so, Luiz Fux, Di­as Tof­fo­li, Ro­sa We­ber, Cel- so de Mel­lo e Cár­men Lú­cia.

Fo­ram ven­ci­dos: Ri­car­do Lewan­dows­ki, Gil­mar Men­des e Mar­co Au­ré­lio, que de­fen­di­am que o ple­ná­rio po­de­ria re­vi­sar o acor­do.

Após qua­tro ses­sões, a Cor­te de­fi­niu, por una­ni­mi­da­de, que Ed­son Fa­chin se­gue no co­man­do da de­la­ção e das ações da JBS; e, por 9 vo­tos a 2, que ca­be ao re­la­tor ho­mo­lo­gar so­zi- nho as de­la­ções.

Ca­so JBS

A pre­si­den­te do STF, Cár­men Lú­cia, afir­mou que os ir­mãos Jo­es­ley e Wes­ley Ba­tis­ta, do­nos da JBS, não se­rão afe­ta­dos pe­la de­ci­são, por­que no acor­do fir­ma­do com o Mi­nis­té­rio Pú­bli­co foi acer­ta­da a imu­ni­da­de pe­nal, ou se­ja, não ha­ve­rá apre­sen­ta­ção de denúncia.

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