TV por as­si­na­tu­ra no país é a 16ª mais ca­ra do mun­do

Pre­ço mé­dio do ca­nal su­biu 32% e atin­giu US$ 0,57. Va­lor está abai­xo da mé­dia mundial, diz as­so­ci­a­ção do se­tor

Metro Brazil (Santos) - - Front Page - Www.re­ad­me­tro.com

Bra­si­lei­ros de­sem­bol­sam cer­ca de R$ 1,25 por ca­nal, um au­men­to de 32,2% em re­la­ção a 2012

Os bra­si­lei­ros de­sem­bol­sam em mé­dia US$ 0,57 (per­to de R$ 1,25) por ca­nal de TV por as­si­na­tu­ra. O va­lor re­pre­sen­ta um au­men­to de 32,2%, an­te os US$ 0,44 de 2012, e co­lo­ca o Bra­sil na 16ª po­si­ção de ser­vi­ço mais ca­ro em um ran­king de 47 paí­ses, se­gun­do es­tu­do re­a­li­za­do pe­la Fi­pe (Fun­da­ção Ins­ti­tu­to de Pes­qui­sas Econô­mi­cas).

A ABTA (As­so­ci­a­ção Bra­si­lei­ra de Te­le­vi­são por As­si­na­tu­ra), que en­co­men­dou a pes­qui­sa, res­sal­ta que o va­lor co­bra­do no Bra­sil está abai­xo da mé­dia mundial, de US$ 0,65 ( apro­xi­ma­da­men­te R$ 1,50). Em pri­mei­ro lu­gar apa­re­ce a Gré­cia (US$ 4,12) e, em úl­ti­mo, a Es­lo­vá­quia (US$ 0,038).

“Não di­ria que é um pro­du­to ba­ra­to, mas tam­bém não é o que mui­tas pes­so­as ten­ta­vam de­fen­der, que era o mais ca­ro do mun­do. Nós es­ta­mos dentro da mé­dia mundial”, dis­se o pre­si­den­te da as­so­ci­a­ção, Os­car Vi­cen­te Simões de Oli­vei­ra.

Quan­do se ana­li­sa o pre­ço mé­dio do pa­co­te bá­si­co de TV pa­ga no Bra­sil o cus­to fi­ca em US$ 23,25, o que co­lo­ca o País no 27 º lu­gar. A mé­dia mundial do pre­ço nes­te ca­so fi­ca US$ 27,43. Na pri­mei­ra po­si­ção está a No­va Ze­lân­dia e, em úl­ti­mo, a Ín­dia.

O es­tu­do foi re­a­li­za­do en­tre os me­ses de abril e maio des­te ano. O com­pa­ra­ti­vo de pre­ços foi fei­to com ba­se no Ín­di­ce Big Mac, pu­bli­ca­do pe­la re­vis­ta “The Economist”.

A pro­je­ção de fa­tu­ra­men­to ope­ra­ci­o­nal bru­to do se­tor é de R$ 28 bi­lhões es­te ano, o que re­pre­sen­ta­ria uma al­ta de 17,6% so­bre 2012. O re­sul­ta­do con­si­de­ra a re­cei­ta com TV pa­ga, in­ter­net, te­le­fo­nia e publicidade.

“Ape­sar do con­tex­to ma­cro­e­conô­mi­co que es­ta­mos in­se­ri­dos, com um rit­mo de cres­ci­men­to mais len­to, ain­da te­mos um es­pa­ço de cres­ci­men­to cons­tan­te”, dis­se Simões a jor­na­lis­tas.

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