CLÁU­DIO HUM­BER­TO

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2014, ANO DO PE­TRO­LÃO: O MAI­OR DOS ES­CÂN­DA­LOS. Nun­ca na História des­te país se rou­bou tan­to, co­mo re­ve­lou o Pe­tro­lão, assalto à Pe­tro­bras de pro­por­ções si­de­rais cu­jas es­ti­ma­ti­vas va­ri­am de R$ 10 bi­lhões (em mar­ço, na Ope­ra­ção La­va Ja­to), a atu­ais R$ 22 bi­lhões. Tan­to rou­bo ge­ra ex­pec­ta­ti­va de um 2015 trans­for­ma­dor, pe­lo nú­me­ro de po­lí­ti­cos que me­re­cem a mais lon­ga ca­deia, sem di­rei­to a se­mi­a­ber­to. Per­ple­xa e in­dig­na­da, a co­lu­na faz sua pre­mi­a­ção anu­al.

“CHE­GA DE BAI­XAR A CA­BE­ÇA PA­RA O GO­VER­NO.” EDUARDO CUNHA (PMDB-RJ) PRE­VEN­DO CLI­MA TEN­SO CA­SO SE­JA ELEI­TO PRE­SI­DEN­TE DA CÂMARA

TRO­FÉU ÓLEO DE PE­RO­BA. Ga­nham Lu­la e sua tru­pe de ma­la­ba­ris­tas do di­nhei­ro alheio. Pa­ra man­ter o pa­drão, Dil­ma le­va 3% da gar­ra­fa de Lu­la, Ga­bri­el­li 3% com den­dê e Gra­ça Fos­ter 3% com ci­men­to, pa­ra ver se me­lho­ra a fa­cha­da. TA­ÇA FIN­GIN­DO- SE DE MORTA. Dil­ma es­tá no co­man­do des­de o iní­cio da rou­ba­lhei­ra, co­mo mi­nis­tra e no con­se­lho da Pe­tro­bras, mas age co­mo se na­da ti­ves­se com o ca­so.

PRÊ­MIO MA­RIA AN­TO­NI­E­TA. Vai pa­ra a Câmara dos De­pu­ta­dos, pe­lo au­men­to in­de­cen­te que se con­ce­de­ram. Os res­tos de bri­o­ches vão pa­ra o povão, co­mo sem­pre.

TRO­FÉU ‘ SA­CO DE GOLS’. O re­co­nhe­ci­men­to vai pa­ra a se­le­ção da Ale­ma­nha, que, com to­dos os mé­ri­tos, impôs ao Bra­sil a hu­mi­lha­ção his­tó­ri­ca dos 7x1.

TRO­FÉU CAR­RA­PA­TO. Vai pa­ra Gra­ça Fos­ter, que o ar­re­ba­ta de Antô­nio de Oliveira Santos, gru­dan­do-se à Pe­tro­bras co­mo ele à CNC (Con­fe­de­ra­ção do Co­mér­cio).

PRÊ­MIO FRAN­GO DE MA­CUM­BA. Mi­zi­fia Dil­ma, sua fa­ro­fa se es­pa­lhou no ven­ti­la­dor. A ve­la já es­tá ace­sa por fal­ta de luz, e o cha­ru­to Fi­del man­dou pa­ra Oba­ma. Evi­ta fa­zer fi­ta e chu­tar pa­ra o al­to, que a tur­ma es­tá pron­ta pa­ra des­pa­char vo­cê em 2015.

ME­DA­LHA PRI. O PT ven­ceu a quar­ta elei­ção pre­si­den­ci­al, ten­tan­do se tor­nar par­ti­do tão lon­ge­vo e cor­rup­to no exer­cí­cio do po­der quan­to o me­xi­ca­no PRI.

| VAL­TER CAMPANATO/ABR

Lu­la

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