PAL­CO

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PESTE

- Não fal­ta­va mais na­da: a Vi­la Amé­lia, em São Paulo, vi­zi­nha do hor­to flo­res­tal, sofre uma in­va­são de ma­ca­cos trans­mis­so­res da fe­bre ama­re­la. E po­pu­la­ção em pâ­ni­co não sa­be mais o que de­ve fa­zer.

SE...

- Quem ma­tar um ma­ca­co co­me­te cri­me am­bi­en­tal ina­fi­an­çá­vel e vai pa­ra ca­deia. Se dei­xá-los li­vres, in­va­din­do as ca­sas em bus­ca de co­mi­da, trans­mi­tem a fe­bre ama­re­la. O jei­to é cha­mar Sér­gio Mo­ro.

PELVIS

- Não foi a um bom gru­po de mu­lhe­res que a re­cen­te re­por­ta­gem da Fo­lha de S. Paulo so­bre plás­ti­ca es­té­ti­ca e cla­re­a­men­to da ge­ni­tá­lia. A ci­rur­gia já se faz aqui, há uns bons anos, e com mui­to su­ces­so.

JO­GO

- Não há coi­sa mais inú­til no Bra­sil do que aca­bar ou li­mi­tar o uso de veí­cu­los ofi­ci­ais. Quem du­vi­dar bas­ta pro­cu­rar sa­ber quan­tos car­ros es­tão alu­ga­dos nos po­de­res do RN, por exem­plo. São de­ze­nas.

A...

- Co­me­çar por quem não é po­der, a Pre­fei­tu­ra de Natal, cu­jo pre­fei­to, quando de­pu­ta­do, propôs a lei de ex­tin­ção. To­do se­cre­tá­rio mu­ni­ci­pal tem car­ro e mo­to­ris­ta. Dis­cre­ta­men­te uma cha­pa par­ti­cu­lar.

ÚNI­CO

- O úni­co po­der que os seus in­te­gran­tes usam car­ros par­ti­cu­la­res, por­tan­to, cum­pre a lei es­ta­du­al, e o Le­gis­la­ti­vo. In­clu­si­ve a Câ­ma­ra Mu­ni­ci­pal. Ain­da as­sim, são sem­pre os mais du­ra­men­te cri­ti­ca­dos.

AVISO

- Es­ta co­lu­na não jul­ga a vi­da pes­so­al dos fi­lhos. Não po­de­ria fa­zê-lo, por tão des­ca­bi­do. Jul­ga, e is­to sim, o de­sem­pe­nho na atu­a­ção pú­bli­ca, afi­nal fo­ram elei­tos como se fos­sem mo­de­los de re­no­va­ção.

NEM

- Jul­ga ne­tos, prin­ci­pal­men­te se es­tes não se­guem o bom exem­plo dos avós. Se­ria un­gi-los de uma cons­ci­ên­cia de­mo­crá­ti­ca que não qui­se­ram her­dar. Per­di­dos que fi­ca­ram no gran­de mar da am­bi­ção.

APÓSTOLO

- O his­to­ri­a­dor Cláu­dio Gal­vão es­tá imer­so na bi­o­gra­fia de Va­re­la San­ti­a­go que re­ve­lar es­se ho­mem como nos­so apóstolo do bem, no seu di­zer. Cláu­dio é um bió­gra­fo ri­go­ro­so e es­me­ra­do no que faz.

PER­DA

- O mer­ca­do de car­nes até ago­ra não con­se­guiu subs­ti­tuir a qua­li­da­de do cor­dei­ro que Bi­ra Ro­cha pro­du­ziu no RN. Sem su­ces­sor, o cor­dei­ro La­ni­la foi­ví­ti­ma do fas­tio em­pre­en­de­dor dos seus fi­lhos.

CÉU

- Pau­li­nho Araujo, lon­ge ou per­to, on­de es­ti­ver, en­tre os mu­ros da Co­sern ou nas cer­ca­ni­as das ter­ras do To­to­ró: os do­ces da ve­ne­ran­da D. Bran­ca ado­çam o céu da bo­ca e da al­ma tam­bém. Gra­tís­si­mo.

FLORADAS

- A pri­ma­ve­ra atlân­ti­ca dos mor­ros cum­pre o seu ci­clo de floradas: de­pois do ro­xo das su­cu­pi­ras já es­ma­e­cen­do, ex­plo­dem os paus d’ar­cos ro­sa­dos e de­ve vir por ai, dou­ra­do, o ama­re­lo for­te dos ipês.

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