Tra­ba­lha­do­res que atin­gi­rem re­gra atu­al têm di­rei­to ad­qui­ri­do

O Dia - - ECONOMIA -

Os tra­ba­lha­do­res que com­ple­ta­rem ■ a so­ma 85/95 na com­bi­na­ção da ida­de com o tem­po de con­tri­bui­ção pa­ra o INSS an­tes do iní­cio da no­va re­gra­pro­gres­si­va-que­pas­sa­ráa ser 86/96 - não pre­ci­sa­rá con­ti­nu­ar tra­ba­lhan­do pa­ra ga­ran­tir o be­ne­fí­cio in­te­gral, mes­mo que só pe­ça a apo­sen­ta­do­ria por tem­po de con­tri­bui­ção a par­tir do pró­xi­mo ano.

Is­so ocor­re por­que o se­gu­ra­do que se en­con­tra nes­sa si­tu­a­ção é pro­te­gi­do pe­la le­gis­la­ção. “Quan­do ele com­ple­ta as con­di­ções pre­vis­tas em uma re­gra, pas­sa a ter di­rei­to a ela, mes­mo que ha­ja qual­quer mu­dan­ça de­pois”, ex­pli­ca Adri­a­ne Bra­man­te, pre­si­den­te do Ins­ti­tu­to Bra­si­lei­ro de Di­rei­to Pre­vi­den­ciá­rio (IBDP).

PRO­GRES­SÃO

A lei que ins­ti­tuiu a re­gra ■

85/95 en­trou em vi­gor em 2015 e pre­vê a ele­va­ção da so­ma de ida­de e tem­po de con­tri­bui­ção a ca­da dois anos. O pri­mei­ro de­grau é o do fim de 2018. Sen­do o úl­ti­mo em 2026, quan­do as con­di­ções vão ser de 90/100. Ao lon­go dos che­ga­rá a 90/100. “É im­por­tan­te es­tar aten­to à con­ta­gem do tem­po de ser­vi­ço pa­ra ga­ran­tir o seu di­rei­to”, faz o aler­ta Adri­a­ne.

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