STF re­jei­tou a te­se em 2016

O Dia - - ECONOMIA -

N Qua­se dois anos após o Su­pre­mo Tri­bu­nal Fe­de­ral (STF) bar­rar a de­sa­po­sen­ta­ção, o INSS pas­sou a co­brar a de­vo­lu­ção da di­fe­ren­ça pa­ga a quem ob­te­ve um be­ne­fí­cio mai­or. E is­so pe­gou mui­tos apo­sen­ta­dos de sur­pre­sa, pois fo­ram be­ne­fi­ci­a­dos pe­la pró­pria Jus­ti­ça.

A de­sa­po­sen­ta­ção foi um di­rei­to re­co­nhe­ci­do por al­guns tri­bu­nais em me­lho­rar o va­lor do be­ne­fí­cio por quem con­ti­nu­ou a con­tri­buir de­pois de aposentado. Mas em 2016, o Su­pre­mo de­ci­diu re­jei­ta­res­sa­pos­si­bi­li­da­de.Na épo­ca, cer­ca de 182 mil pro­ces­sos que não ha­vi­am si­do jul­ga­dos per­de­ram o di­rei­to ao no­vo be­ne­fí­cio. Com a de­ci­são, o go­ver­no cal­cu­lou que iria eco­no­mi­zar R$ 7,7 bi­lhões por ano em des­pe­sas.

Na épo­ca o go­ver­no ale­gou que, mes­mo ga­nhan­do a ação no STF, a de­sa­po­sen­ta­ção ge­rou gas­tos. Is­so por­que par­te dos se­gu­ra­dos já es­ta­va re­ce­ben­do o re­a­jus­te por sen­ten­ças de­fi­ni­ti­vas ou pe­la cha­ma­da tu­te­la an­te­ci­pa­da, um re­cur­so que per­mi­tiu adi­an­tar os va­lo­res an­tes mes­mo do jul­ga­men­to das ações.

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