Eco­no­mia tem cres­ci­men­to de 0,6% no ter­cei­ro tri­mes­tre

BRA­SIL Mes­mo abai­xo da pre­vi­são do go­ver­no, re­sul­ta­do é o me­lhor des­de o pri­mei­ro tri­mes­tre de 2011 e o quar­to mais al­to em ran­king com 14 paí­ses. Agro­pe­cuá­ria re­gis­trou mai­or avan­ço

O Diario do Norte do Parana - - ZOOM - Pe­dro So­a­res

Di­an­te das me­di­das de es­tí­mu­lo do go­ver­no à eco­no­mia bra­si­lei­ra, Pro­du­to In­ter­no Bru­to (PIB) cres­ceu 0,6% no ter­cei­ro tri­mes­tre na com­pa­ra­ção com o se­gun­do tri­mes­tre des­te ano, li­vre de in­fluên­ci­as sa­zo­nais, e con­so­li­dou le­ve re­a­ção depois de re­gis­trar dois tí­mi­dos avan­ços no pri­mei­ro se­mes­tre.

Ape­sar de es­tar abai­xo das ex­pec­ta­ti­vas, tra­ta-se do me­lhor re­sul­ta­do des­de o pri­mei­ro tri­mes­tre de 2011. A pro­je­ção dos ana­lis­tas va­ri­a­va de 0,9% a 1,3% de al­ta. Em re­la­ção ao se­gun­do tri­mes­tre, a eco­no­mia re­gis­trou um li­gei­ro avan­ço. Na­que­le pe­río­do, o PIB ha­via re­gis­tra­do le­ve al­ta de 0,2% an­te o pri­mei­ro tri­mes­tre na com­pa­ra­ção li­vre de in­fluên­ci­as sa­zo­nais. Es­se da­do foi re­vi­sa­do pa­ra bai­xo. Ori­gi­nal­men­te, o IBGE ha­via cons­ta­ta­do uma al­ta de 0,4%.

Na com­pa­ra­ção com o ter­cei­ro tri­mes­tre do ano pas­sa­do, a al­ta foi de 0,9% -an­te al­ta de 0,5% no se­gun­do tri­mes­tre an­te 2011. Os da­dos fo­ram di­vul­ga­dos pe­lo Instituto Bra­si­lei­ro de Ge­o­gra­fia e Es­ta­tís­ti­ca (IBGE), on­tem .

Pu­xa­da pe­lo cres­ci­men­to das ven­das de veí­cu­los, a in­dús­tria cres­ceu 1,1% de ju­lho a se­tem­bro na com­pa­ra­ção com o tri­mes­tre an­te­ri­or. O se­tor de ser­vi­ços, o de mai­or pe­so na eco­no­mia bra­si­lei­ra, fi­cou es­tá­vel na mes­ma ba­se de com­pa­ra­ção. A agro­pe­cuá­ria re­gis­trou ex­pan­são de 2,5%.

Sob a óti­ca da de­man­da, o con­su­mo das fa­mí­li­as, item mais im­por­tan­te nes­sa lei­tu­ra, su­biu 0,9% na com­pa­ra­ção com o se­gun­do tri­mes­tre. O in­ves­ti­men­to caiu 2% e o con­su­mo do go­ver­no avan­çou 0,1%. As ex­por­ta­ções au­men­ta­ram 0,2%, en­quan­to as im­por­ta­ções -que são des­con­ta­das do cál­cu­lo do PIB por re­fle­ti­rem uma pro­du­ção re­a­li­za­da fo­ra do País- caí-

Newspapers in Portuguese

Newspapers from Brazil

© PressReader. All rights reserved.