A sus­ten­tá­vel le­ve­za ori­en­tal

Res­tau­ran­te Sushiky, uma das re­fe­rên­ci­as em gas­tro­no­mia ja­po­ne­sa, apos­ta em pra­tos le­ves, co­mo a por­ção de hot fi­la­dél­fia e a tai­nha ao mo­lho ver­me­lho

O Diario do Norte do Parana - - O DIÁRIO DO NORTE DO PARANÁ - Alexandre Gai­o­to

gai­o­to@odi­a­rio.com Bob Dy­lan já es­cre­veu que não é pre­ci­so ser um me­te­o­ro­lo­gis­ta pa­ra sa­ber em qual di­re­ção o ven­to so­pra. Na mes­ma li­nha do po­e­ta es­ta­du­ni­den­se, não é pre­ci­so ser um pro­fun­do co­nhe­ce­dor gas­tronô­mi­co pa­ra no­tar que os sa­bo­res ori­en­tais es­tão ca­da vez mais pre­sen­tes na cu­li­ná­ria ma­rin­ga­en­se. Ru­mo à do­mi­na­ção dos sushis e sashi­mis? Tudo in­di­ca que sim. “Es­ta­mos no tem­po da co­mi­da sau­dá­vel, le­ve. Por is­so, as pes­so­as re­cor­rem à co­mi­da ja­po­ne­sa”, diz o pro­pri­e­tá­rio do Sushiky, Ales­san­dro Gon­do.

Des­de 2003 em Ma­rin­gá, o Sushiky é uma das re­fe­rên­ci­as quan­do se fa­la em co­mi­da ori­en­tal. E, a ca­da no­vo ano, vem ex­pan­din­do o seu pú­bli­co: to­dos em bus­ca de uma le­ve re­fei­ção.

Com um car­dá­pio com mais de 100 op­ções, boa di­ca é a por­ção de hot fi­la­dél­fia (R$ 16), com oi­to uni­da­des, pa­ra du­as pes­so­as. O hot ain­da po­de ser sa­bo­re­a­do no rodízio (R$ 60 mas­cu­li­no/R$ 58 fe­mi­ni­no) , com sushis e sashi­mis à von­ta­de, e no fes­ti­val (R$ 46 mas­cu­li­no/R$ 44 fe­mi­ni­no), com 25 pra­tos à von­ta­de, mas com sashi­mis li­mi­ta­dos a 15 fa­ti­as.

Ou­tra boa pe­di­da, dis­po­ní­vel há dois anos no car­dá­pio, é a tai­nha ao mo­lho ver­me­lho, acom­pa­nha­da por ar­roz. Pa­ra du­as pes­so­as, a tai­nha en­trou no car­dá­pio por meio das su­ges­tões fei­tas pe­los cli­en­tes, que pe­di­am por uma op­ção de pei­xe in­tei­ro.

É as­sim que as coi­sas fun­ci­o­nam no Sushiky: se­ja fei­ta a von­ta­de do cli­en­te. Ex­plo­ran­do bem a co­zi­nha à la carte, é pos­sí­vel até mes­mo per­so­na­li­zar o seu prato. Vo­cê po­de pe­dir uma re­fei­ção que não es­tá dis­po­ní­vel no car­dá­pio, des­de que o res­tau­ran­te te­nha to­dos os in­gre­di­en­tes. “Só não dá pa­ra aten­der as­sim nos ho­rá­ri­os de pi­co. Às sex­tas e sá­ba­dos à noi­te, por exem­plo”, ex­pli­ca o pro­pri­e­tá­rio da ca­sa.

E é no fim de se­ma­na que o bi­cho pe­ga, com ca­sa cheia, to­do mun­do a fim de sa­bo­re­ar a le­ve cu­li­ná­ria ori­en­tal. A saí­da, en­tão, é fa­zer a re­ser­va de me­sas, no má­xi­mo, até às 20h30. Em tem­po de gas­tro­no­mia sau­dá­vel e in­va­são de sushis e ya­kis­so­bas, não dá pa­ra mar­car bo­bei­ra. Mais de 70 ti­pos de piz­zas no rodízio. Quan­do: to­dos os di­as, das 20h à 0h. On­de: Av. Ti­ra­den­tes, 253, Cen­tro. Tel: 3222-7885. Ham­búr­guer de fral­di­nha. Quan­do: ter­ça a quin­ta, das 16h às 4h30. Sex­ta a do­min­go, das 16h30 às 4h30. On­de: Pra­ça Ma­no­el Ri­bas, 194, Zo­na 4. Tel: 3025-7373. Côngrio ro­sa ao sa­bor do mar: pa­ra du­as pes­so­as, é um dos que mais sa­em na ca­sa. Quan­do: ter­ça a sá­ba­do, das 11h30 às 14h30 e das 19h às 23h; do­min­go, das 11h30 às 15h. On­de: Av. João Pau­li­no Vi­ei­ra Fi­lho, 362, Zo­na 7. Tel: 3227-8789. Ba­ca­lhau à Vi­king: ser­vi­do com pu­rê de ba­ta­ta e ca­ma­rões, co­ber­to com mo­lho pro­ven­çal. Quan­do: se­gun­da a sex­ta, das 19h às 23h30; sá­ba­do, das 19h à 0h; do­min­go, das 12h às 15h30. On­de: Av. Luiz Tei­xei­ra Men­des, 662, Zo­na 4. Tel: 3029-1779.

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Ya­kis­so­ba, do Sushiky: “Es­ta­mos no tem­po da co­mi­da sau­dá­vel, le­ve”, diz o pro­pri­e­tá­rio Ales­san­dro Gon­do

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