Bra­si­lei­ro pa­ga o mai­or tri­bu­to por mi­nu­to no ce­lu­lar In­dús­tria de ele­tros cres­ce 5% em 2012

O Diario do Norte do Parana - - ECONOMIA - Agên­cia Fo­lha Agên­cia Fo­lha

re­da­cao@odi­a­rio.com O mi­nu­to de ce­lu­lar no Bra­sil é de lon­ge o mais tri­bu­ta­do na Amé­ri­ca La­ti­na, se­gun­do pes­qui­sa da con­sul­to­ria De­loit­te a pe­di­do da GSMA (As­so­ci­a­ção do Sis­te­ma Glo­bal de Comunicação Mó­vel). Se­gun­do o re­la­tó­rio lan­ça­do nes­ta se­ma­na, o cus­to re­duz o con­su­mo de te­le­fo­nia mó­vel, ape­sar da po­pu­la­ri­da­de do ser­vi­ço no País.

A car­ga tri­bu­tá­ria so­bre os ser­vi­ços de te­le­fo­nia mó­vel (pós e pré-pa­go) no País é de 37%, em mé­dia. Já na República Do­mi­ni­ca­na, se­gun­do co­lo­ca­do, é de 27%. In­di­vi­du­al­men­te, o Bra­sil é o país com mais co­ne­xões de te­le­fo­nia mó­vel, com 48% do to­tal das li­nhas. Fe­chou o se­gun­do se­mes­tre de 2012 com 260,4 mi­lhões, mais de três ve­zes e meia o to­tal do Mé­xi­co, se­gun­do co­lo­ca­do.

Es­ses nú­me­ros cre­den­ci­am o país co­mo o quar­to mai­or mer­ca­do do mun­do em li­nhas de ce­lu­lar, atrás de Chi­na, Ín­dia e EUA. No en­tan­to, se­gun­do o re­la­tó­rio, o con­su­mo mé­dio de mi­nu­tos es­tá lon­ge do to­po na re­gião. O prin­ci­pal vi­lão apon­ta­do é o ICMS, apli­ca­do pe­los Es­ta­dos. “O im­pos­to no Bra­sil não é fei­to de uma for­ma cla­ra pa­ra o cli­en­te”, diz Edu­ar­do Levy, pre­si­den­te do Sin­di­te­le­bra­sil.

re­da­cao@odi­a­rio.com Com con­su­mi­do­res mais cau­te­lo­sos e que­da nas ex­por­ta­ções, a in­dús­tria bra­si­lei­ra de pro­du­tos elé­tri­cos e ele­trô­ni­cos de­sa­ce­le­rou em 2012 e de­ve ter­mi­nar o ano com cres­ci­men­to de 5%, an­te um avan­ço de 11% em 2011. A es­ti­ma­ti­va é foi di­vul­ga­da on­tem pe­la As­so­ci­a­ção Bra­si­lei­ra da In­dús­tria Elé­tri­ca e Ele­trô­ni­ca (Abi­nee), que pre­vê um fa­tu­ra­men­to de R$ 145,4 bi­lhões pa­ra o se­tor nes­te ano.

As ex­por­ta­ções de ele­tro­e­le­trô­ni­cos caí­ram 5% em 2012, con­tri­buin­do pa­ra o de­fi­cit da ba­lan­ça co­mer­ci­al do se­tor, de US$ 33,4 bi­lhões. As im­por­ta­ções cres­ce­ram 1% no pe­río­do.

A ex­pec­ta­ti­va no iní­cio do ano era de uma ex­pan­são de até 13% nas ven­das da in­dús­tria. Se­gun­do os exe­cu­ti­vos da Abi­nee, os in­cen­ti­vos do go­ver­no ain­da não sur­ti­ram o efei­to de­se­ja­do na in­dús­tria nes­te ano, o que de­ve ocor­rer ao lon­go de 2013.

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